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Presidente do Senado assume compromisso com lista tríplice da PGR

O presidente Jair Bolsonaro é quem escolhe o próximo procurador-geral da República, mas é o Senado quem referenda o nome

Por Da Redação
27 jun 2019, 20h13 • Atualizado em 27 jun 2019, 22h06
  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), recebeu nesta quinta-feira, 27, os três procuradores que encabeçam a lista tríplice para a Procuradoria-Geral da República (PGR).

    “O presidente do Senado afirmou que o compromisso dele é com a lista tríplice. Este Senado tem o compromisso institucional e político com a lista tríplice. Não quero acreditar que, neste momento, essa tradição virá a ser rompida. Quem tem compromisso no combate à corrupção no Brasil apoia a lista tríplice”, disse o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que também participou do encontro.

    O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Fábio George Cruz da Nóbrega, entidade que sempre organiza a eleição para a formação da lista tríplice também participou do encontro.

    O comando da PGR fica vago em setembro, quando se encerra o mandato de dois anos de Raquel Dodge, que foi escolhida pelo ex-presidente da República Michel Temer.

    “Nos últimos 18 anos, essa construção democrática tem sido respeitada. Membros do Ministério Público Federal de todo o país participam de debates em que discutem questões fundamentais de nossa atuação e escolhem ao final os nossos líderes. Estão aqui os três líderes que foram indicados com representatividade, com liderança, para inspirar e mobilizar nossa instituição, que tem missões fundamentais a cumprir no país, no combate à corrupção, no aperfeiçoamento da justiça penal”, afirmou Nóbrega na saída do encontro.

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    A entrega oficial da lista a Jair Bolsonaro deve ocorrer na próxima semana. O presidente, no entanto, já deu sinais que talvez escolha alguém de fora da lista ou o não mais votado.

    A lista tríplice é feita após votação entre procuradores e é uma sugestão para a escolha do próximo chefe da PGR por parte do presidente da República, que não é obrigado a escolher um dos indicados. Neste ano, o subprocurador Mário Bonsaglia ficou em primeiro lugar, a subprocuradora Luiza Frischeisen, em segundo, e o procurador regional Blal Dalloul, em terceiro.

    Randolfe Rodrigues lembrou que a lista foi respeitada nos mandatos dos ex-presidentes da República Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer. O senador ressaltou ainda que o nome indicado pelo presidente da República precisa passar pela análise do Senado.

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