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Para FHC, não se deve confundir ‘centro’ com ‘Centrão’

Durante evento, ex-presidente afastou sua defesa de união de grandes partidos contra os extremos do grupo que deu apoio à eleição de

Por Estadão Conteúdo Atualizado em 4 jun 2024, 17h16 - Publicado em 18 Maio 2018, 11h02

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou nesta quinta-feira, 17, que a defesa da união do que ele chama de “centro democrático e reformista” não deve ser confundida com o “Centrão” – bloco informal na Câmara composto por partidos médios e pequenos que, unificados, passaram a ter grande peso em decisões da Casa, sobretudo durante o passagem do ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) pela Presidência.

Fernando Henrique, presidente de honra do PSDB, é um dos signatários de um manifesto a ser lançado no fim de maio, que destaca a necessidade de unir um “centro democrático” nas eleições de outubro, encabeçado por lideranças de PSDB, DEM, MDB e PTB.

“Acho que precisa haver um esforço”, afirmou o tucano nesta quinta, na Fundação FHC, em São Paulo. “Se você diluir o centro no Centrão, não corresponde com o desejo de reforçar o pensamento democrático, prestar atenção nas desigualdades, combate à corrupção e visão de futuro, o Brasil integrado na economia global, isso que eu acho uma visão que precisa ser renovada no centro”, disse.

Como Centrão, o tucano disse que se refere a pessoas com interesses fisiológicos no “dá cá toma lá” de partidos e governo. Em recado a seu partido, Fernando Henrique disse que é preciso unir o centro nas eleições, mas misturar o chamado “Centrão” na aliança pode ter um custo caro perante o eleitorado.

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Questionado se o ex-governador Geraldo Alckmin, presidenciável do PSDB, está confundindo a defesa da união do centro com a promoção desse “Centrão”, FHC disse que ele tem sido prudente. “Não tem nem dado passos além da perna”, afirmou.

Em Fortaleza, o empresário Flávio Rocha, presidenciável pelo PRB, disse nesta quinta que apoia o manifesto lançado por FHC. “Eu me associo inteiramente, inclusive fui pioneiro neste esforço de fazer face aos dois extremos que nos remetem aos dois piores momentos de nossa história: a era da ditadura e a da recente destruição da economia brasileira”, disse.

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