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O presente de Natal atrasado para Lula

Entenda

Por Matheus Leitão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 dez 2025, 19h23 • Atualizado em 30 dez 2025, 22h08
  • Brasil, 30 de dezembro de 2025. 

    No apagar das luzes deste ano, o mercado de trabalho brasileiro entregou ao presidente Lula um dos seus melhores presentes: a taxa de desemprego caiu para 5,2%, o menor nível desde o início da série histórica da PNAD Contínua em 2012, segundo dados oficiais do IBGE. 

    Além de reduzir o contingente de desocupados para cerca de 5,6 milhões de pessoas, a Pnad registrou 103,2 milhões de brasileiros ocupados, um recorde absoluto. 

    O emprego em alta não é apenas um número simbólico. A massa de rendimentos também cresceu de forma robusta, contribuindo para um ciclo positivo de consumo e atividade econômica.

    Esse quadro consolida um ano de recuperação do mercado de trabalho, com redução sequencial do desemprego ao longo de 2025 e expansão do emprego formal, tanto no setor privado quanto no público, mesmo que existam controvérsias sobre os números. 

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    Para o governo Lula, que enfrenta desafios políticos intensos, os números oferecem uma narrativa concreta: emprego estável, renda crescente e menos brasileiros à margem da economia. 

    Ainda que as eleições de 2026 estejam logo ali, o relatório final do ano chega como um argumento econômico inegável para o Planalto. 

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