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Funcionários públicos são detidos em confronto com manifestantes da CPI dos Ônibus

Servidores, que foram à Câmara municipal defender vereadores da base do governo, foram exonerados por participar de protesto em horário de trabalho

Por Da Redação
23 ago 2013, 12h24

Dois dos nove homens detidos no Centro do Rio, acusados de ameaças e agressões contra manifestantes durante a audiência pública da CPI dos ônibus, são funcionários do governo do estado. O grupo, que foi à Câmara Municipal defender a permanência dos vereadores da base do governo na comissão, quinta-feira, entrou em confronto com o grupo que pede a saída do vereador Chiquinho Brazão (PMDB) da presidência da CPI.

Em nota, o governo do estado informou que Leandro Carlos de Souza e Maicon Justino de Jesus, lotados na Secretaria de Governo, serão exonerados “por terem participado, sem autorização, da manifestação durante expediente de trabalho”. As exonerações foram publicadas nesta sexta-feira no Diário Oficial. Em um comentário no Facebook, Maicon diz que trabalha na Secretaria de Governo. Entre as fotografias publicadas por Maicon estão imagens de um evento no Palácio Guanabara e da bandeira do PMDB, segundo o jornal O Globo.

Já Leandro publicou, também no Facebook, fotos ao lado do governador Sérgio Cabral e do filho do governador, Marco Antonio Cabral. Os outros sete detidos estão, no Facebook, entre os amigos dois funcionários públicos, segundo o jornal O Dia.

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Os nove homens foram autuados na 5ª DP (Gomes Freire) por ameaça e liberados. Dois dos detidos disseram ter sofrido lesões e foram encaminhados para exame de corpo de delito. Os nove afirmam que também foram ameaçados por manifestantes, mas não apontaram os autores. Como são crimes de baixo potencial ofensivo, os casos serão encaminhados ao Juizado Especial Criminal (Jecrim).

Milícia – Durante o protesto, manifestatnes contrários à composição da CPI chamaram alguns dos integrantes da claque pró-PMDB de serem milicianos. Na delegacia, todos os detidos negaram participar de milíaia. Alguns se identificaram como vigias e, outros, declararam estar desempregados.

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