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Eduardo Leite: ‘É hora é de trabalharmos para construir forças de centro’

Governador que se tornou o primeiro a ser eleito duas vezes seguidas no Rio Grande do Sul desponta como principal liderança tucana no país

Por Diogo Magri 6 nov 2022, 10h49 •
  • Passada as eleições, avaliações internas apontam Eduardo Leite como o grande nome nacional do PSDB . Primeiro governador a ser eleito duas vezes seguidas no Rio Grande do Sul e único tucano a cumprir um segundo mandato estadual, Leite encerra uma eleição que começou atrapalhada pelo desejo de disputar a Presidência e, com sua vitória, assume de vez o protagonismo dentro de um partido em grave crise: o PSDB fez a menor bancada da história na Câmara, elegeu só três governadores e perdeu sua maior vitrine em São Paulo.

    A VEJA, Leite falou sobre a eleição e os desafios do futuro como protagonista no PSDB.

    Qual é a sensação de ser o primeiro governador a vencer duas vezes seguidas no Rio Grande do Sul? Fiquei muito feliz em receber de novo a confiança de um número expressivo de eleitores gaúchos. Também foi positivo vencer uma eleição sem precisar ferir meus princípios e sendo coerente com a minha história.

    O senhor pretende se posicionar como um líder nacional do PSDB? Todo o meu foco esteve nas pautas que interessam à população gaúcha. A partir de agora, vou me debruçar sobre temas como a organização partidária em nível nacional, mas priorizando os interesses locais. Sei que pode existir uma colisão de papéis entre governador e líder partidário.

    Qual será a sua posição frente ao governo Lula? O papel do governador não é de oposição ou sustentação ao governo federal, mas de conciliação e independência para atender os interesses estaduais e do país. Mas não vou me omitir de participar das discussões nacionais, ainda que com cautela.

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    Como o senhor enxerga os próximos passos do PSDB? Pretendo ir na próxima semana a Brasília para conversar com as lideranças nacionais. O partido teve um revés neste ano, mas mais importante que o partido é trabalharmos na direção de construir forças no centro. Isso envolve conversar com outros partidos e projetar federações com outras legendas que ficaram pressionadas pela polarização. O momento é de fazer essa reflexão, levando em conta um novo formato de composição partidária que preserve os princípios do PSDB e fortaleça nosso campo político.

    Qual é a avaliação sobre a mudança de eixo do partido, que perdeu São Paulo pela primeira vez em 28 anos? O PSDB paulista enfrentou uma fadiga pelo tempo que esteve no governo, embora tenham feito boas entregas, além de dois candidatos que tinham padrinhos muito fortes. São Paulo é força e fraqueza do PSDB, porque ao mesmo tempo em que é relevante, também consome muita energia. Nas prévias presidenciais, o projeto paulista falou mais alto que o nacional dentro do partido. A decisão das prévias [onde Leite perdeu para João Doria] considerou mais a necessidade de mudar a liderança no estado, para ter alguma viabilidade eleitoral. Então a mudança traz efeitos positivos para compor um novo momento mais abrangente.

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