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A má vontade do MDB com Ibaneis Rocha

'Salto alto' do governador afastado do DF é a causa da falta de solidariedade da legenda com o correligionário após os atos golpistas de janeiro

Por Laryssa Borges Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 fev 2023, 18h00 •
  • Entre os caciques do MDB, não são poucos os que consideram improvável o retorno do governador afastado do Distrito Federal Ibaneis Rocha ao poder. Há, em certa medida, até uma torcida para que o político, cristão novo em um partido com mandachuvas muito bem definidos, não tenha qualquer tipo de solidariedade da sigla após ter sido suspenso do cargo por 90 dias por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na esteira dos atos golpistas de janeiro. O má vontade é resultado do cálculo político dos dirigentes de que não vale a pena jogar uma boia de salvação para aquele cuja postura classificam como de “salto alto”.

    Ibaneis surfou na onda do bolsonarismo durante todo o primeiro mandato como governador, adotou uma atuação política independente dos emedebistas, esnobou caciques como Renan Calheiros e Eunício Oliveira e, mesmo com inúmeros alertas – do Supremo a integrantes do próprio partido – manteve a indicação de do delegado Anderson Torres para a Secretaria de Segurança do DF. Na campanha à reeleição, tampouco encampou, ainda que apenas superficialmente, a candidatura da correligionária Simone Tebet à Presidência da República e, na avaliação de dirigentes partidários, pouco se esforçou para a vitória de quadros importantes da legenda no DF, como o ex-vice-governador e ex-assessor de Michel Temer, Tadeu Filippelli – de quem havia se reaproximado nas eleições e que acabou derrotado na disputa por uma cadeira distrital.

    Por fatores como esses, integrantes da cúpula emedebista afirmam que não há qualquer interesse em defende-lo da acusação de suposta complacência com a depredação da sede dos três poderes e sequer oferecer quadros do jurídico do partido para questionarem, por exemplo, o fato de o governador, que tem foro privilegiado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), estar sendo investigado no Supremo. No auge da crise provocada pelo vandalismo de 8 de janeiro, o senador Renan Calheiros chegou a defender a expulsão de Ibaneis do MDB. “Ele esnobou todo mundo, tratou todo mundo muito mal”, resumiu um dirigente.

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