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Tite sobre Neymar: não porei responsabilidade sobre só um jogador

Depois do sorteio dos grupos do Mundial da Rússia, Tite falou a VEJA sobre a expectativa para 2018 e sobre sua imagem de salvador da pátria de chuteiras 

Por Luiz Felipe Castro, de Moscou - Atualizado em 9 dez 2017, 15h47 - Publicado em 9 dez 2017, 07h00

Qual a avaliação do senhor sobre o grupo do Brasil? O primeiro jogo é o que gera a maior expectativa. E, se usarmos o ranking da Fifa, o jogo mais difícil de toda a primeira fase será mesmo Brasil, o segundo no ranking, versus Suíça, o oitavo. Mais duro que Espanha e Portugal. Em alguns grupos, há favoritos claros para conquistar as duas vagas, como Inglaterra e Bélgica, no Grupo G. Não se pode dizer o mesmo de nós. A Costa Rica mostrou seu futebol em 2014 e chegou às quartas de final na última Copa. A Sérvia é da escola da antiga Iugoslávia. Seremos exigidos em um nível altíssimo.

O senhor se sente pressionado a ganhar a Copa? Não vou mentir. O treinador argentino José Pékerman (que comanda a Colômbia) me disse, quase pedindo desculpas, que havia citado o Brasil como o maior favorito ao título em 2018. Eu disse que não havia problema, porque é verdade: somos favoritos. Tenho de saber absorver essa pressão, e os atletas também.

Um mísero gol pode levá-lo de herói a vilão em minutos. Como lidar com isso? Quando um gol tem o poder de mudar sua imagem significa que quem mudou de opinião rapidamente é muito raso, pouco inteligente. Quem faz isso não avalia um processo, mas, sim, o resultado. Mais do que me incomodar com pessoas desse tipo, fico com pena delas.

 

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