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Quem é Rodrigo Lasmar, o médico que vai operar Neymar

Ortopedista da seleção brasileira e do Atlético-MG é filho de um antigo médico da equipe nacional e participou da campanha do penta em 2002

Por Da redação - Atualizado em 2 Mar 2018, 08h41 - Publicado em 1 Mar 2018, 16h57

Diante do turbilhão de notícias sobre a lesão de Neymar, um nome ganhou nova dimensão: Rodrigo Lasmar. O médico da seleção brasileira e do Atlético Mineiro será o responsável pela cirurgia no quinto metatarso do pé direito do atacante do Paris Saint-Germain, no próximo sábado, no Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte. Filho de um antigo médico da seleção e trabalhando no futebol desde muito jovem, ele está acostumado a operar estrelas do futebol e participou de um título mundial, o pentacampeonato, em 2002, na Coreia e Japão.

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O médico ortopedista tem 45 anos, é mineiro, filho de Neylor Lasmar, médico da seleção nas Copas de 1982 e 1986, ambas sob o comando do técnico Telê Santana. Ainda adolescente, Rodrigo acompanhou o pai no Mundial do México-86 e viu de perto o drama vivido por Zico para tentar se livrar das dores no joelho.

Torcedor do Atlético, começou a trabalhar no clube em 1999, e estreou na comissão da seleção em 2002 – sob a supervisão de José Luiz Runco, então chefe do departamento médico. Também esteve nos Mundiais de 2006 e 2014 e viveu em sua cidade, Belo Horizonte, a tragédia do 7 a 1 imposta pela Alemanha.

Parte importante da comissão de Tite, é ele quem se comunica diretamente com os médicos dos clubes em que os atletas convocados atuam – a decisão da operação de Neymar só foi tomada após sua chegada a Paris. O PSG, inclusive, o autorizou a operar o jogador, com o acompanhamento do experiente médico francês Gerard Saillant, o mesmo que operou Ronaldo após sua grave lesão no joelho, em 2000.

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Telê, Técnico da Seleção Brasileira, entre Tim e Lasmar, antes do jogo entre Brasil 3 x 0 Irlanda do Norte, partida válida pela Copa do Mundo de Futebol, no Estádio Jalisco
Neylor Lasmar (de branco, à dir), pai de Rodrigo, ao lado do técnico Telê Santana em 1986 Pedro Martinelli/VEJA

 

 

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