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Galvão Bueno cogita ir à Copa do Catar… como comentarista

Número 1 do esporte da Rede Globo tem contrato até 2019 e acredita que o Mundial da Rússia será seu último como narrador

Por Da redação - Atualizado em 30 out 2017, 11h27 - Publicado em 30 out 2017, 11h10

O narrador Galvão Bueno dizia que se aposentaria após a Copa de 2014 no Brasil. Mudou de ideia, conforme admitiu em entrevista à VEJA naquele ano e, com contrato com a Rede Globo até 2019, é presença garantida no Mundial da Rússia. Mais uma vez, Galvão diz que esta será sua última Copa – ao menos como narrador. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo publicada nesta segunda-feira, o “vendedor de emoções” cogitou ir à Copa do Catar, em 2022, em outras funções.

Sobre seus planos frustrados de aposentadoria, Galvão despistou. “Isso foi um mal-entendido. Eu não sei fazer outra coisa. Eu amo o que faço. (…) Naquele momento não me via fazendo a transmissão dos Jogos da Rússia em 2018… Muito provavelmente a Rússia seja a derradeira, a 12ª Copa do Mundo, é uma história”, afirmou o narrador, durante o Galvão Bueno Invitational Embrase de Golfe, no São Fernando Golf Club, em Cotia (SP).

O jornalista carioca admitiu a possibilidade de ir ao Catar, possivelmente como comentarista, posição na qual iniciou a carreira, antes de narrar sua primeira Copa do Mundo, em 1974. “Sim, posso ir como comentarista ou âncora, projetar algo para o Catar, se a saúde estiver bem… Na Copa do Catar vou estar com 72 anos…”

Galvão, que tem dois filhos pilotos, revelou que ainda sonha em narrar um título mundial de Cacá ou Popó Bueno. “Isso eu sinto muita vontade. Consegui ter um filho campeão sul-americano, brasileiro, com Cacá e com Popó. Ficou uma frustração de não ter um campeão do mundo, mas parece que o Cacá está recebendo uma proposta para ser piloto oficial em uma equipe no Mundial de Turismo. Quem sabe surge uma oportunidade.”

“Quando fiz a transmissão do tetra, não pensava no penta. Veio penta e agora pensamos no hexa e naquilo que pode acontecer. O melhor está sempre por vir”, completou, otimista, o narrador de 67 anos.

 

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