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E a fria torcida de São Paulo esquentou (mas nem tanto assim)

Empolgados com tantos corintianos em campo, torcida vibrou com os gols da seleção brasileira; mas muito mais com seu treinador

Por Alexandre Salvador Atualizado em 29 mar 2017, 01h50 - Publicado em 29 mar 2017, 01h32

Dessa vez não teve chuva de bandeirinhas, nem coro de adeus para o treinador. A torcida brasileira, definitivamente, está novamente enamorada com a seleção de seu país. E isso acontece indubitavelmente pela presença de Tite no banco de reservas. Ovacionado por diversas vezes antes, durante e ao final da partida, o comandante do Brasil retribuiu a torcida no finalzinho do jogo com acenos e uma batida no peito, no lado do coração.

  • Aliás, a força da torcida corintiana se fez presente na arena. Os ex-jogadores do alvinegro (Marquinhos, Paulinho, Renato Augusto, Gil e Willian) e um do atual elenco (Fagner) tiveram seus nomes gritados na arena. Quando Fagner deu um chapéu, a parcela corintiana da arquibancada foi a loucura. Até o paraguaio Ángel Romero foi lembrado com carinho. Mas um coro foi repetido em uníssono pelos mais de 44 000 pagantes: “Olê, olê, olê… Tite, Tite.”

    De olho no telão (e não no gramado)

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