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Zelensky sugere diplomacia e soldados estrangeiros na Ucrânia para fim da guerra

Presidente ucraniano defende que países europeus mandem militares para oferecer garantia de segurança enquanto tramita o processo de adesão à Otan

Por Redação Atualizado em 9 dez 2024, 21h36 - Publicado em 9 dez 2024, 13h29

O presidente da UcrâniaVolodymyr Zelensky, defendeu nesta segunda-feira, 9, um fim diplomático na guerra contra a Rússia e sugeriu o envio de tropas estrangeiras ao território ucraniano até que o país se junte à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), principal aliança militar ocidental. As ideias foram levantadas durante coletiva ao lado do líder da oposição alemã, Friedrich Merz, favorito para ocupar o posto de chanceler no lugar de Olaf Scholz, que viu sua coalizão de governo colapsar em novembro.

“A Ucrânia quer que essa guerra acabe mais do que qualquer outra pessoa. Sem dúvida, uma resolução diplomática salvaria mais vidas. Nós a buscamos”, disse ele, acrescentando que debateu sobre o “congelamento” dos campos de batalha em encontros com o presidente da França, Emmanuel Macron, e com o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump.

Além disso, o líder ucraniano relembrou a proposta de Macron de “que alguma parte das tropas de um país estivesse presente no território da Ucrânia”, o que “garantiria segurança enquanto a Ucrânia não estivesse na Otan”. Ele ponderou, no entanto, que aceitar o plano francês “dependeria uma compreensão clara” de quando o país poderia efetivamente se juntar tanto à aliança militar ocidental quanto à União Europeia. Moscou, por sua vez, demanda que Kiev abandone ambos projetos de adesão para negociar o fim da guerra.

+ Zelensky fala em discutir adesão à Otan com Biden após se reunir com Trump

Pressão nos EUA

Apesar de dar um sinal verde para a saída diplomática, Zelensky afirmou que não acredita na intensão russa de pausar as hostilidades. Como de praxe, ele pressionou os aliados a oferecerem mais ajuda militar a Kiev, já que “uma Ucrânia forte, antes de qualquer diplomacia, requer força no campo de batalha”, e informou que ligará para o atual presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para analisar em que pé está a adesão à Otan.

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(Biden) é o atual presidente e muito depende de sua opinião. E não faz sentido discutir com o presidente Trump algo que não é da sua alçada hoje, enquanto ele ainda não está na Casa Branca”, concluiu.

O retorno de Trump ao Salão Oval coloca em suspenso o apoio americano à Ucrânia durante o conflito, iniciado em fevereiro de 2022. Ainda na corrida eleitoral, o republicano prometeu encerrar a guerra “em 24 horas” após retomar o comando da Casa Branca. Neste domingo 8, ele também apelou para um “cessar-fogo imediato” e negociações que colocassem um ponto final na “loucura”.

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