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Ucrânia lança ataque com drones e mísseis contra refinaria de petróleo na Rússia

Ao menos uma pessoa ficou ferida no ataque à refinaria Novoshakhtinsk, mas não há registro de mortes; fogo já foi apagado no local

Por Da Redação
19 dez 2024, 13h37 • Atualizado em 19 dez 2024, 19h48
  • A Ucrânia realizou nesta quinta-feira, 19, um ataque com mísseis e drones contra território da Rússia, de forma a provocar um incêndio de horas em uma refinaria de petróleo na cidade de Rostov. Ao todo, o Ministério da Defesa russo abateu 84 drones ucranianos — desse número, 36 foram derrubados em Rostov, além de 13 mísseis que atingiram regiões próximas. A estrutura petrolífera tem sido constante alvo de Kiev, que procura afetar negativamente a economia da Rússia, uma das maiores exportadoras do combustível fóssil. 

    Ao menos uma pessoa ficou ferida no ataque à refinaria Novoshakhtinsk, mas não há registro de mortes. O fogo já foi apagado no local. O chefe do Centro Oficial Contra a Desinformação da Ucrânia, Andriy Kovalenko, afirmou no Telegram que a investida se concentrou na fábrica química Kamensky, segundo ele, “que produz combustível para foguetes, especializada em componentes de combustível sólido para motores de foguetes”.

    Ainda não há informações a respeito da origem dos drones utilizados pela Ucrânia nas operações desta quinta-feira. No início deste mês, mísseis ATACMs, dos Estados Unidos, foram disparados contra o território russo, o que provocou uma forte retaliação à infraestrutura energética ucraniana, no centro da mira de Moscou desde o início da guerra, em fevereiro de 2022.

    + Putin diz que Rússia está pronta para ‘duelo’ de mísseis com os EUA

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    Uso de mísseis ocidentais

    Não havia sido a primeira vez que a Ucrânia lançou mísseis de longo alcance estrangeiros contra a Rússia. Em novembro, o presidente dos EUA, Joe Biden, deu o aval para que esses modelos de armas americanas sejam usados pelas tropas ucranianas em território russo. Após o sinal verde de países ocidentais, mísseis ATACMs e HIMARs, também produzido nos EUA, além dos britânicos Storm Shadows, foram empregados.

    Ainda nesta quinta-feira, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante sua tradicional coletiva de imprensa anual por telefone, sugeriu um “duelo” de mísseis com os Estados Unidos para demonstrar como o novo míssil balístico hipersônico Oreshnik, que seu país testou em um ataque à Ucrânia no mês passado, poderia derrotar qualquer sistema de defesa antimísseis americano.

    “Estamos prontos para tal experimento”, garantiu ele, acrescentando que o Oreshnik é uma arma moderna, embora seja baseada em modelos russos anteriores.

    A Rússia disparou o novo míssil, que tem capacidade de transportar múltiplas ogivas nucleares, pela primeira vez contra a cidade ucraniana de Dnipro em 21 de novembro. Putin classificou o ato como uma resposta ao primeiro uso pela Ucrânia de ATACMs e Storm Shadows.

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