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ONU se rende à interação com o público nas redes sociais

Ban Ki-moon respondeu, pela primeira vez, a perguntas do Twitter e Facebook

Por Da Redação
13 set 2011, 14h15

A uma semana da Assembleia Geral da ONU, a ser realizada no próximo dia 20 de setembro, Ban Ki-moon, cedeu espaço ao público das redes sociais na internet. Por cerca de uma hora, o secretário-geral respondeu a uma série de perguntas postadas por pessoas do mundo todo no Twitter, Facebook, Livestream e Webcast da própria organização.

A iniciativa de promover a conversa descontraída, ao vivo e on-line é pioneira nas Nações Unidas. Representantes de países como Brasil, Canadá, Venezuela e África do Sul, por exemplo, puderam enviar questões em seu próprio idioma. Sempre sorrindo e mantendo a postura mais diplomática possível, Ban explicou o quanto é difícil para a organização tomar decisões rápidas e transformar sua própria estrutura no sentido de se modernizar. “A ONU possui 193 membros, de culturas e experiências distintas. Qualquer mudança leva tempo para ser votada. O processo é longo, e ser eficiente é um grande desafio”, destacou.

Sobre o conflito entre Israel e palestinos, o secretário afirmou ser um grande apoiador do povo árabe e esperar que as negociações os levem a realizar seu sonho. “Tenho trabalhado duro com os líderes mundiais sobre esse assunto. Na Assembleia Geral, espero que ele seja discutido de forma séria”, afirmou, admitindo que este talvez não seja o momento para que grandes mudanças ocorram – como esperam, por exemplo, os palestinos, que no dia 20 irão pedir o reconhecimento de seu estado.

Outras questões – Ban também respondeu a perguntas sobre as metas da ONU para enfrentar as mudanças climáticas, a fome e a pobreza, consideradas por ele uma “tarefa global”. O secretário-geral ressaltou a importância da ajuda internacional para o Chifre da África, que enfrenta a pior crise de fome da história, e adiantou que haverá uma reunião inédita para discutir doenças não-transmissíveis, sem porém dar maiores detalhes.

Ele também foi questionado sobre sua vida pessoal, ao que respondeu com a mesma cortesia, mas de forma sucinta: “Trabalho 20 horas por dia, mas tento encontrar um tempo para minha família. São meus netos que me inspiram e me dão energia.”

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