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Kim Jong-un pede expansão acelerada das capacidades nucleares da Coreia do Norte

Ditador norte-coreano criticou exercícios militares conjuntos entre EUA e Coreia do Sul: 'Expressão óbvia de sua vontade de provocar guerra'

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 25 ago 2025, 16h13 - Publicado em 19 ago 2025, 08h03

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, defendeu que seu país precisa expandir seu arsenal e capacidades nucleares de forma acelerada, chamando os exercícios militares conjuntos entre Estados Unidos e Coreia do Sul de “uma expressão óbvia de sua vontade de provocar guerra”, informou a agência de notícias estatal norte-coreana KCNA nesta terça-feira, 19. As duas nações aliadas iniciaram treinamentos nesta semana, incluindo testes de uma resposta aprimorada às crescentes ameaças nucleares de Pyongyang.

O regime de Kim considera esses exercícios rotineiros como ensaios para invasão e, às vezes, responde com testes de armas. Seul e Washington, porém, argumentam que os objetivos dos treinos são puramente defensivos.

Chamado Escudo da Liberdade Ulchi, o exercício militar conjunto ocorre anualmente e vai durar 11 dias, com escala semelhante à de 2024. Mas, desta vez, será ajustado pelo reagendamento de vinte dos quarenta eventos de treinamento para setembro, como havia informado o exército sul-coreano. Os atraso parece ter sido ensaiado: o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, afirma que quer aliviar as tensões com o vizinho do norte, embora analistas estejam céticos quanto à resposta de Pyongyang.

Tensões nucleares

Os exercícios foram uma “clara expressão de sua intenção de permanecerem extremamente hostis e conflituosos” com a Coreia do Norte, disse Kim durante visita a um contratorpedeiro da Marinha na segunda-feira 19, de acordo com a KCNA. Ele afirmou ainda que o ambiente de segurança exige que seu país “expanda rapidamente” seu arsenal nuclear, observando que os treinos mais recentes entre Estados Unidos e Coreia do Sul envolveram um “elemento nuclear”.

A contenção do desenvolvimento de bombas atômicas pela Coreia do Norte deve ser pauta de uma próxima reunião entre o presidente americano, Donald Trump, e Lee, em Washington.

Um relatório publicado no ano passado pela Federação de Cientistas Americanos concluiu que, embora a Coreia do Norte possa ter produzido material físsil suficiente para construir até 90 ogivas nucleares, provavelmente já montou perto de 50. Pyongyang também anunciou planos para construir um terceiro contratorpedeiro da classe Choe Hyon, de 5 mil toneladas, até outubro de 2026 e está testando mísseis de cruzeiro e antiaéreos para esses navios de guerra.

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