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Israel e Líbano enviam representantes civis para impulsionar negociações de acordo de paz

Desde a implementação da trégua, em novembro do ano passado, Israel e a milícia libanesa Hezbollah trocam acusações de violações dos termos

Por Paula Freitas Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 3 dez 2025, 16h19 •
  • Israel e Líbano enviaram nesta quarta-feira, 3, representantes civis a um comitê militar que monitora o cessar-fogo entre os dois países. A reunião teve como objetivo ampliar as negociações rumo a um acordo de paz, parte da agenda do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Oriente Médio.

    Desde a implementação da trégua, em novembro do ano passado, Israel e a milícia libanesa Hezbollah trocam acusações de violações dos termos. Nas últimas semanas, ataques israelenses foram registrados em Beirute em meio ao aumento das tensões regionais.

    Presidido pelos EUA, o comitê se reuniu por cerca de três horas na Linha Azul, que serve de fronteira entre o Líbano e Israel. O presidente libanês, Joseph Aoun, enviou o ex-embaixador do país em Washington, Simon Karam, para chefiar a delegação no encontro. Por sua vez, o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, mandou o vice-chefe da divisão de política externa do Conselho de Segurança Nacional de Israel como representante.

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    Em comunicado, os países afirmaram que a participação dos enviados representa um “passo importante” para garantir que o comitê esteja “ancorado em um diálogo duradouro tanto entre civis quanto militares”.

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    O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, também sinalizou que Beirute está aberta a relegar ao comitê a responsabilidade de verificar as acusações israelenses de que o Hezbollah tem se fortalecido militarmente e para averiguar o trabalho do Exército do Líbano no desmantelamento da infraestrutura do grupo. O governo Netanyahu demanda, como parte de um acordo maior, o desarmamento total da milícia xiita, que rejeita qualquer negociação direta com Israel como uma “cilada”.

    O Líbano foi abalado pelo transbordamento do conflito em Gaza. O Hezbollah iniciou ataques a Israel em solidariedade aos palestinos, o que culminou em uma devastadora ofensiva israelense no sul do país. A nação abriga 1 milhão de refugiados sírios e palestinos e também luta para superar uma grave crise econômica desde 2019, após décadas de gastos perdulários arrasarem as finanças.

     

     

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