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Hillary surpreende no Grammy com paródia de “Fogo e Fúria”

Ex-candidata à Presidência leu trecho de livro controverso sobre Casa Branca de Donald Trump

Por Reuters 29 jan 2018, 09h57

Bruno Mars derrotou o rapper Jay-Z na principal categoria do Grammy Awards no domingo, mas a inesperada estrela da noite foi a ex-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton, que leu um trecho do polêmico livro “Fogo e Fúria – Por Dentro da Casa Branca de Trump”.

Em um quadro de paródia pré-gravado, o apresentador do Grammy James Corden dirigiu audições de celebridades, incluindo John Legend, Cher, Cardi B e Snoop Dogg, que leram trechos do livro crítico de Michael Wolff sobre o primeiro ano do presidente Donald Trump na Casa Branca.

Hillary Clinton, que perdeu a eleição de 2016 para Trump, leu um trecho do livro sobre os hábitos alimentares do presidente. “Uma razão pela qual ele gostava de comer no McDonald’s: ninguém sabia que ele estava indo e a comida era pré-fabricada com segurança”. Em seguida, Corden a elogiou, dizendo “O Grammy está garantido”.

A família e membros do governo de Trump imediatamente criticaram o quadro. Seu filho, Donald Trump Jr., escreveu no Twitter: “Conseguir ler o trecho de um livro de #notíciasfalsas no Grammy parece um grande prêmio de consolação por perder a Presidência”.

Em uma série de publicações, ele acrescentou: “Quanto mais Hillary vai à televisão, mais o povo americano percebe o quão incrível é ter Donald Trump no governo”.

  • Nikki Haley, a embaixadora dos Estados Unidos para a ONU, que é conhecida por publicar nas redes sociais textos sobre seu amor pela música pop, tuítou que a aparição de Hillary “estragou os Grammys. Que pena”.

    “Fogo e Fúria” se baseia em cerca de 200 entrevistas com funcionários oficiais e mostra uma Casa Branca imersa em uma caótica e permanente guerra interna ao longo do ano passado. O livro também retrata Trump como um presidente com pouca aptidão para ocupar o cargo e revela detalhes sobre o encontro entre sua equipe eleitoral e oficiais russos antes das eleições de 2016.

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