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Europa não repete euforia da 2ª, mas fecha no azul

Por Da Redação - 14 out 2008, 13h55

Com agência Reuters

As ações européias subiram nesta terça-feira, impulsionadas por bancos e petróleo, mas fecharam bem abaixo das máximas do dia depois que bolsas americanas foram para território negativo à medida que os temores sobre a economia ofuscaram as medidas governamentais para combater a crise financeira global. O índice FTSEurofirst 300, de Londres, subiu 3,23%, após ter alcançado 6,5% no pico do dia. A valorização ocorreu após o salto de 10% da última sessão, o maior ganho percentual da história do índice.

As ações de companhias ligadas a petróleo e de bancos subiram nesta terça-feira. Os papéis da BP, da Royal Dutch Shell e da Total subiram entre 6,6% e 7,3%.

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Os ativos de bancos se valorizaram à medida que os governos por toda a Europa forneceram garantias para o setor bancário golpeado pela crise. Enquanto isso, o governo americano anunciou planos para comprar participações acionárias em instituições financeiras.

Os papéis do Barclays dispararam 14,3%, os do UBS, 12%, os do Standard Chartered, 10,5% e os da Société Générale, 8,2%. Em Frankfurt, o índice DAX avançou 2,7% de valorização, ante 2,75% do CAC-40, de Paris, e 3,46% do Mibtel, de Milão.

Brasil – No mercado nacional, a Bolsa de Valores de São Paulo mantinha-se todo o dia no azul. Por volta das 13h30, o índice Bovespa, principal indicador da variação do valor dos papéis, registrava alta de 1,18%. Já o dólar era cotado por 2,09 reais – uma redução de 2,6% em relação à taxa de conversão desta segunda.

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