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Emirados Árabes prendem 3 suspeitos de matar rabino; Israel fala em ‘ato terrorista’

O governo israelense afirmou que o assassinato de Zvi Kogan, 28, faz parte de uma onda de antissemitismo que tomou o mundo

Por Da Redação 25 nov 2024, 12h23

As autoridades dos Emirados Árabes Unidos prenderam no domingo 24 três pessoas em conexão com o suposto assassinato de um rabino israelense.

O Ministério do Interior dos Emirados Árabes Unidos disse nesta segunda-feira, 25, que havia iniciado procedimentos legais contra três cidadãos uzbeques, um povo turco da Ásia Central, suspeitos de matar Zvi Kogan, de 28 anos. As autoridades dos emirados afirmaram que todos os poderes legais seriam usados ​​”para responder de forma decisiva e sem clemência a quaisquer ações ou tentativas que ameacem a estabilidade social”, sem dar mais detalhes sobre os detidos. 

Kogan, que também tinha cidadania moldava e era representante do Chabad, um movimento religiosos que espalha a consciência judaica para todos os judeus, foi encontrado morto na cidade de Al Ain no domingo, de acordo com autoridades locais. O jovem morador dos Emirados Árabes estava desaparecido desde quinta-feira. 

“Ato terrorista antissemita”

O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, denunciou o assassinato de Kogan como um “ato terrorista antissemita hediondo” e prometeu que seu país faria tudo o que pudesse para condenar os culpados. 

O embaixador dos Emirados Árabes Unidos em Washington, Yousef Al Otaiba, por sua vez, classificou o assassinato de Kogan como um crime contra seu país e “um ataque à nossa pátria, aos nossos valores e à nossa visão (de mundo)“.

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“Nós abraçamos a coexistência pacífica. Nós rejeitamos o extremismo e o fanatismo de todo tipo”, escreveu Al Otaiba em uma publicação no X (antigo Twitter).

Apesar do motivo do crime ainda não ter sido descoberto, as autoridades israelenses alegaram, sem fornecer nenhuma evidência, que Kogan foi morto pelo fato de ser judeu.

Após o assassinato do rabino, Israel reiterou uma recomendação aos seus cidadãos para evitarem viagens não essenciais aos Emirados Árabes Unidos, acrescentando que aqueles que já estão no país devem minimizar os deslocamentos, permanecer em áreas seguras e evitar visitar lugares associados a Israel e a populações judaicas.

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