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Datas: Watergate, um caso que fez história

Mais: as mortes de Philip Baker Hall e Julee Cruise

Por Redação 17 jun 2022, 06h00 • Atualizado em 4 jun 2024, 11h39
  • Em 1972, uma tentativa de grampear o Comitê Nacional do Partido Democrata, frustrada pela polícia, deu início a um escândalo que culminou com a renúncia do presidente republicano Richard Nixon, dois anos mais tarde. À primeira vista, o Caso Watergate, assim batizado em alusão ao nome do complexo de edifícios onde o escritório estava localizado, parecia uma simples ocorrência de furto por ladrões atrapalhados. A obstinação de Bob Woodward e Carl Bernstein, dois repórteres do Washington Post, porém, acabou revelando que a Casa Branca havia aprovado e posto em marcha a invasão e o monitoramento ilegal dos telefones do comitê. Os cinquenta anos dessa importante página da história americana foram traduzidos em imagens que estão em exibição na National Portrait Gallery, na capital dos Estados Unidos. O cinquentenário foi em 17 de junho.

    Imagem de autoridade

    O DURÃO - Baker Hall: personagens sérios e participação em Seinfeld -
    O DURÃO - Baker Hall: personagens sérios e participação em Seinfeld – (Brenden John Bugatti/Divulgação)

    A voz grave e as consideráveis olheiras conferiam a Philip Baker Hall um certo ar de sobriedade e experiência que o fizeram ser escalado para diversos papéis de homens sérios e compenetrados. Em mais de oitenta filmes e 200 aparições na TV, o ator deu vida a médicos, padres, generais, advogados, detetives e, claro, muitos juízes. Entre seus trabalhos de maior destaque estão o magnata Aristóteles Onassis, em Jackie Bouvier Kennedy Onassis (2000), e uma impagável participação no seriado Seinfeld (1989-1998), como um policial que cobra de Jerry multa pelo atraso de vinte anos na devolução do livro Trópico de Câncer à biblioteca. Morreu aos 90 anos, em 12 de junho, de um enfisema pulmonar.

    Voz de veludo

    TALENTO - Julee Cruise: a parceria com David Linch rendeu legiões de fãs -
    TALENTO - Julee Cruise: a parceria com David Linch rendeu legiões de fãs – (//Divulgação)

    O adjetivo “etérea” é o mais utilizado para descrever a cantora americana Julee Cruise e sua voz suave, quase sussurrada, perfeita para embalar o clima das produções envoltas em mistério e paisagens oníricas do diretor David Lynch. Mysteries of Love foi sua primeira incursão nas telas, na trilha sonora do filme Veludo Azul (1986), mas foi com Falling, tema de abertura da icônica série Twin Peaks (1990), que a cantora eternizou seu estilo e conquistou legiões de fãs — feito que se repetiu nos últimos anos, em reprises do seriado. Diagnosticada com lúpus, ela morreu aos 65 anos, em 9 de junho, após longa luta contra a depressão.

    Publicado em VEJA de 22 de junho de 2022, edição nº 2794

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