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Dados mostram que 44% dos bebês na China já são segundo filho

O governo chinês aboliu neste ano a política do filho único que vigorava no país

Por Da redação 31 out 2016, 08h05

As novas estatísticas divulgadas pela Comissão Nacional de Saúde e Planejamento familiar da China mostram que 44% dos bebês que nasceram no país durante a primeira metade desse ano já são o segundo filho somente no primeiro ano após o fim da política do filho único. O número representa um aumento de 6,9% com relação a 2015, quando a porcentagem de segundos filhos era de 37,9%, e de 16,7% se comparado com o início desta década, ressaltou o jornal estatal China Daily.

Em algumas regiões do país, especialmente as principais cidades, a proporção de segundos filhos no total de nascimentos já supera 50%, sempre segundo os dados da Comissão Nacional. Seus responsáveis esperam que a porcentagem seja ainda maior no final de ano, já que a “política dos dois filhos” entrou em vigor oficialmente em 1º de janeiro de 2016, depois que muitos dos nascidos na metade do ano foram concebidos.

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Muitos casais na primeira metade do ano, em todo caso, já fizeram preparativos para aumentar a família com pleno conhecimento de que a política do filho único ia ser abolida, disseram especialistas ao China Daily. A China já relaxou essa política em anos anteriores, e a aboliu em 2016, a fim de conter o envelhecimento de sua população, que faz o governo do país temer pela escassez de mão de obra em meados de século.

Os demógrafos esperam que permitir dois filhos por casal na China aumente em 30 milhões a população ativa nacional até 2050. Também se prevê que a China alcance seu teto máximo de população em 2029, dois anos mais tarde que se tivesse mantido a política do filho único, e que a população do país se mantenha estável em torno dos 1,38 bilhão de habitantes (ao invés dos 1,2 bilhão calculados se não tivesse ocorrido mudanças).

(Com agência EFE)

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