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Centenas de arsenais ainda existem na Líbia, segundo chefe de missão da ONU

Os inspetores internacionais terão que visitar centenas de arsenais de armas suspeitas na Líbia, em meio a crescentes temores de que uma grande quantidade de lança-mísseis tenha sido roubada, afirmou nesta quarta-feira um representante da ONU.

Ian Martin, chefe da missão da ONU na Líbia, disse em uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas que, desde a queda do governo de Muamar Kadhafi, foram descobertos locais não declarados de armazenamento de armas químicas.

As forças internacionais haviam manifestado temores de que grupos guerrilheiros de países vizinhos tivessem obtido armas com Kadhafi e que estas possam ter chegado a seguidores da Al-Qaeda.

O governo de Kadhafi “acumulou o maior arsenal conhecido de mísseis antiaéreos”, afirmou Martin.