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As principais ciladas em intercâmbios – e o que fazer para evitá-las

Escolas com muitos brasileiros e promessas inalcançáveis são algumas das arapucas

Por Luana Massuella 20 jun 2015, 19h33

Os brasileiros estão cada vez mais fazendo as malas e indo estudar no exterior. Em 2012, 175.000 estudantes fizeram intercâmbio –cinco vezes mais que os 34.000 brasileiros que passaram pela experiência em 2003. Segundo uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais (Belta), o curso de idiomas é o mais procurado em 63% das agências de intercâmbio. Logo em seguida vem o Ensino Médio no exterior e cursos de férias.

Estudantes brasileiros que fazem intercâmbio no exterior devem ficar atentos a algumas ciladas. “Verificar se a escola é certificada por organizações que qualificam as instituições de ensino e confirmar se os professores possuem certificação para o ensino da língua são os primeiros passos para evitar arapucas”, diz Fernanda Zocchio Semeoni, diretora de produtos e operações da agência de intercâmbio Experimento Intercâmbio Cultural.

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As arapucas mais comuns do intercâmbio envolvem escolas sem infraestrutura e recursos didáticos adequados, professores desqualificados, baixa exigência acadêmica e falta de compromisso com a aprendizagem. Confira as principais ciladas de intercâmbios e o que fazer para evitá-las:

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