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Acusado de abuso sexual, apontado como procurador-geral de Trump desiste do cargo

Matt Gaetz afirmou que ele representa 'distração' para a transição de governo; republicanos estavam preocupados com a nomeação polêmica

Por Redação Atualizado em 21 nov 2024, 17h44 - Publicado em 21 nov 2024, 15h25

O deputado de extrema direita Matt Gaetz anunciou nesta quinta-feira, 21, que desistiu de ser procurador-geral no governo do presidente eleito Donald Trump, que lhe ofereceu o cargo na semana passada. O político republicano enfrenta uma série de acusações sobre envolvimento em um esquema de tráfico sexual e abusos, e sua nomeação foi vista com preocupação mesmo entre membros de seu partido próximos a Trump.

Em uma publicação no X (antigo Twitter), o ex-parlamentar explicou que sua nomeação havia se tornando uma “distração” para a transição de poder do novo governo.

“Embora o momento tenha sido significativo, ficou claro que minha confirmação estava se tornando um obstáculo injusto para o trabalho essencial da equipe de transição (da chapa) Trump/Vance”, escreveu Gaetz. “Não podemos perder tempo com disputas desnecessárias em Washington, por isso retiro meu nome da consideração para procurador-geral. O Departamento de Justiça de Trump precisa estar pronto no primeiro dia.”

Após o anúncio de sua desistência, Trump expressou apoio a Gaetz, elogiando sua decisão de não se tornar uma distração para a administração. Em uma postagem em sua rede social, a Truth, Trump afirmou: “Matt tem um futuro maravilhoso e estou ansioso para ver as grandes coisas que ele fará”.

Atualmente, Gaetz é alvo de uma investigação no Comitê de Ética da Câmara dos Deputados, que apura acusações de que ele teria pagado para fazer sexo com uma menina de 17 anos, feito uso de drogas ilícitas e outras possíveis violações éticas. Antes disso, o Departamento de Justiça dos EUA o investigou em um caso relacionado a tráfico sexual, embora não tenha apresentado acusações formais.

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Recentemente, o Comitê de Ética votou por não divulgar os resultados da investigação sobre Gaetz. Os encontros sexuais com a jovem teriam ocorrido em 2017, durante uma festa, alegações que Gaetz negou de forma enfática. O crescente foco nas investigações tornou sua confirmação para o cargo de procurador-geral um ponto de discórdia dentro do Partido Republicano, dificultando sua ascensão ao cargo.

Com Gaetz fora de cena, Trump e sua equipe devem buscar outra opção para o posto, um cargo crucial para a agenda do novo governo — o presidente eleito afirmou que usará o Departamento de Estado para processar seus “inimigos” políticos.

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