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Vasco faz ‘final’ contra Alianza Lima nesta terça

Em seu 2º jogo, clube do RJ tem partida decisiva para não arriscar classificação

Por Da Redação
6 mar 2012, 08h00

Apenas em seu segundo jogo em seu retorno à Copa Libertadores depois de 11 anos, o Vasco já se encontra com as costas na parede. A partida contra o Alianza Lima (Peru), nesta terça-feira, às 21h45, em São Januário, é válida pela segunda rodada do Grupo 5, mas ganha contornos decisivos pela tabela cruzmaltina. Derrotados na estreia pelo Nacional (Uruguai) em casa, os vascaínos farão três dos últimos quatro jogos no território adversário. Um novo revés em seus domínios deixa o time com a corda no pescoço.

A expectativa é por arquibancadas lotadas. Ainda mais tendo em vista que o Libertad (Paraguai) venceu seus dois primeiros compromissos, contra o Nacional e o Alianza Lima, e já soma seis pontos na chave. O Nacional tem três, justamente do triunfo por 2 a 1 sobre o Vasco, no Rio de Janeiro.

“Para chegar longe na Libertadores é preciso vencer em casa. Nós começamos um pouco atrás porque perdemos aqui. Então, este jogo é muito decisivo”, comentou o atacante Alecsandro. “É um jogo-chave, com uma vitória para dar moral e para entrar novamente na competição. Não podemos mais cometer erros”.

E Alecsandro ganha destaque redobrado no duelo. Com 10 gols no ano, o centroavante é a referência e esperança ofensiva, tendo em vista a grave lesão de Carlos Tenório, no último sábado, na vitória por 2 a 0 sobre o Olaria. Com rompimento completo do tendão de Aquiles, o equatoriano fica seis meses no estaleiro – ele que foi contratado justamente por sua experiência internacional e conhecimento da catimba sul-americana.

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Pelo menos o técnico Cristóvão Borges ganha dois “reforços”, provavelmente para o banco. O atacante Eder Luís jogou contra o Olaria e, poupado do treino tático desta segunda, deve figurar entre os reservas, ainda sem o melhor ritmo. William Barbio permanece no time principal. O volante Allan também está recuperado de grave estiramento muscular e fica como opção.

Também satisfeito com mais homens disponíveis, Cristóvão Borges evita dar peso exagerado ao confronto contra os peruanos, mas admite que os jogadores precisam entrar em campo com intensidade. “Estamos vivendo sob pressão há algum tempo. O jogo é decisivo, já que perdemos a primeira partida. Mas a necessidade de ganhar é constante”, ponderou o técnico.

(Com Agência Estado)

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