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São Paulo espera que interino dê tempo para a diretoria não errar

Por Da Redação - 18 out 2011, 19h02

Nesta terça-feira, o presidente Juvenal Juvêncio, o vice-presidente João Paulo de Jesus Lopes e o diretor de futebol Adalberto Baptista tiveram uma segunda reunião na busca por um técnico que agrade a todos. E a chave para que novos encontros ocorram sem pressa é Milton Cruz. Se o interino conseguir bons resultados, está descartada a contratação de um ‘bombeiro’ que salve o ano em poucos jogos.

A intenção é ter um substituto para Adilson Batista contratado no domingo, quando o Tricolor enfrentará o Coritiba pelo Brasileiro sob o comando do coordenador técnico. Contudo, se o time estiver bem tanto na liga nacional quanto no duelo desta quarta-feira contra o Libertad, pela Copa Sul-americana, a diretoria aceita esperar.

‘Não vamos esperar o final do ano intencionalmente. Queremos um técnico o mais rápido possível, mas temos tranquilidade e serenidade que nos dá a presença do Milton exercendo a função interinamente com toda a competência’, comentou João Paulo de Jesus Lopes. ‘Debatemos com tranquilidade em termos de tempo para fazer uma escolha acertada e dentro do perfil do clube.’

Juvenal Juvêncio quer rapidamente um técnico para não correr o risco de queimar Milton Cruz, mas seus aliados tentam acalmá-lo. O temor é pela escolha de um nome que desagrade a torcida tanto quanto Adilson Batista e amplie a crise no Morumbi. Mas é provável que um novo comandante esteja à frente do Tricolor no dia 30, contra o Vasco, em São Januário, pelo Brasileiro.

Para despistar, nenhum nome é comentado publicamente, só não se admite alguém contratado com vínculo até o fim até o ano com a missão de conseguir uma vaga na Libertadores. ‘Sempre contratamos pensando em um horizonte longínquo. Grandes exemplos de técnicos com longo trabalho são dados pelo São Paulo Futebol Clube, vários com trabalho bastante extenso, como Muricy, Telê Santa, Cilinho, e outros. O São Paulo tem como tradição oferecer bastante tempo’, disse Jesus Lopes.

Admite-se a contratação até de um treinador estrangeiro que possa trabalhar com mais tranquilidade em 2012. E a diretoria diz não manter conversas para acertar com alguém antecipadamente para que ele só assuma em janeiro. Sobre técnicos empregados, como Luiz Felipe Scolari, a promessa é de negociar com seus respectivos clubes antes de selar acordo com o profissional.

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