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Preocupado com a torcida, Assunção orienta elenco a evitar baladas

Por Da Redação
13 set 2011, 12h44

O volante Marcos Assunção já deixou claro em outras oportunidades que gosta de se divertir nas horas de folga, mas não acha que o atual momento seja propício para os jogadores do Palmeiras saírem de casa. Na condição de um dos líderes do elenco, o meio-campista se mostrou preocupado com uma possível reação mais violenta dos torcedores e pediu para o restante do grupo evitar baladas.

‘Preocupa (a reação), temos de saber que a fase é ruim. As coisas não estão saindo do jeito que queremos e a melhor coisa é ficar em casa. Se encontrarmos alguns torcedores, vão querer tirar satisfação, como aconteceu com o Vagner Love. Eles querem que os jogadores deem alegria. Não é o momento de ficar na rua, na balada. Tem de ficar no treino e ir para casa. É um ato de respeito, não é momento de diversão’, comentou.

O exemplo de Vagner Love foi citado pelo volante porque o ex-atacante alviverde chegou a ser agredido por torcedores do clube durante o período turbulento em 2009, no momento em que deixava uma agência bancária. No ano anterior, o então técnico palmeirense Vanderlei Luxemburgo também se indispôs com a torcida, no aeroporto.

Porém, mesmo com precaução, Marcos Assunção não viu até agora uma atitude mais ríspida dos palmeirenses por conta da má fase atual. A onda de manifestações foi desencadeada pela derrota por 3 a 0 para o Internacional, no domingo, no Pacaembu.

‘É normal a torcida protestar de alguma maneira. Eles viraram de costas, xingaram alguns jogadores e treinador, picharam o muro… Para nós, isso é ruim, mas eles vão lá querendo que o Palmeiras vença. As coisas não andam da forma que nós e eles querem, mas não tiro a razão deles. Se fosse torcedor e meu time não ganhasse, também sairia frustrado’, acrescentou.

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O volante ainda destacou o incentivo que o time recebeu durante a maior parte do jogo contra o Inter. De acordo com o atleta, as arquibancadas só se rebelaram nos minutos finais do confronto.

‘Ainda não estão pegando no pé, pois incentivaram o tempo todo e só começaram a protestar quando tomamos o segundo gol. Criamos várias oportunidades, mas a torcida está na razão e nós respeitamos’, afirmou.

Apesar do conselho para os colegas evitarem baladas nesta má fase, Marcos Assunção esclarece que o assunto não foi abordado durante a reunião entre o elenco e o presidente Arnaldo Tirone, nesta terça-feira.

‘Não tivemos esse tipo de conversa. Já passei por várias fases no futebol e sei como funciona. Eles (mais jovens) têm de saber que o momento não é de festa, e sim de ficar tranquilo e concentrado’, encerrou.

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