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O espetáculo deprimente da pancadaria no Brasil X Argentina

Um pedaço da arquibancada do Maracanã virou palco de violência extremada entre torcedores e policiais. Apuram-se, agora, as culpas

Por Alessandro Giannini Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 4 jun 2024, 09h51 - Publicado em 24 nov 2023, 06h00

Foi triste. Na terça-feira, 21, antes da derrota do Brasil para a Argentina por 1 a 0 — a primeira em casa na história das Eliminatórias para uma Copa do Mundo, a terceira seguida em 2023 — um pedaço da arquibancada do Maracanã virou palco de pancadaria, com violência extremada entre torcedores e policiais. Brasileiros trocaram socos com argentinos. Agentes de segurança bateram com cassetete em fãs, sobretudo os que vestiam a camisa azul e branca do vizinho, mas também em cidadãos que estavam com a canarinho. Alguns saíram sangrando, de maca. Apuram-se, agora, as culpas — sabe-se, desde já, que a responsabilidade de manter o ambiente em mínimas condições de segurança era da CBF. O cracaço Messi, que muito possivelmente fez seu derradeiro jogo no outrora “maior do mundo”, conduziu os companheiros para longe do gramado, como protesto, assim que eclodiu a estupidez. A seleção campeã do mundo exigiu adiamento da partida por pelo menos quinze minutos, e só então retornou ao campo. “Fomos para o vestiário para avaliar a situação e ver o que acontecia”, disse o camisa 10. “Poderia ter acontecido uma tragédia aqui.” A batalha lembrou a agressividade do início do mês, entre apoiadores do Boca Juniors e do Fluminense, nas ruas e praias do Rio de Janeiro. É inaceitável que tenha se repetido. Ao final da noite, ante o fracasso da equipe dirigida por Fernando Diniz, a plateia entoou o clássico “time sem vergonha”. Era o corolário de uma noite indizível, deprimente. Vergonhosa.

Publicado em VEJA de 24 de novembro de 2023, edição nº 2869

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