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O dia de rainha de Rebeca Andrade na Olimpíada de Paris

Enquanto ela celebrava sua conquista, Simone Biles e Jordan Chile faziam uma merecida reverência à campeã daquela tarde

Por Monica Weinberg, de Paris
9 ago 2024, 06h00 • Atualizado em 9 ago 2024, 09h14
  • A cena não variava muito. A cada vez que Simone Biles, a ginasta que empurra a barra dos limites humanos para cima, pisava no tablado da arena de Bercy, em Paris, não dava outra. Ela levou o ouro uma, duas, três vezes nesta Olimpíada, com exibições de deixar a arquibancada espantada. Ao seu lado, em degrau mais baixo no pódio, lá estava Rebeca Andrade, ora com a prata, ora com o bronze. Eis que na segunda-feira 5 tudo se inverteu de forma espetacular. Quando todas as bolsas de apostas depositavam as fichas em Biles, absoluta no solo, quem saiu da prova com a medalha dourada muito bem acomodada no pescoço foi a brasileira, protagonista de um desses cliques que ficam para a história. Enquanto ela celebrava sua conquista, embalada por gritos de “rainha, rainha”, Biles (à esq.) e sua colega de equipe americana Jordan Chiles, que ganhou o bronze, faziam uma merecida reverência à campeã daquela tarde. Uma bela demonstração de que, para muito além da polarização que se viu nestes dias, com a torcida rachada entre Brasil e Estados Unidos e o duelo travado pelas duas ginastas, o que se sobrepôs foi o fair play e um espetáculo daqueles para ter na memória. “Ela me faz sempre tentar ser melhor. Já é uma lenda e ainda vai brilhar muito em sua vida de atleta”, disse Biles, com a prata no peito. Aos 25 anos, Rebeca, que viveu as asperezas de uma infância pobre e, ainda pequena, ia aos treinos a pé em Guarulhos, na Grande São Paulo, projetou-se como nunca para o mundo e chegou ao fim da competição com um recorde — é a maior medalhista brasileira em Olimpíadas, com seis medalhas. Sorridente e espontânea, ela, que tem 1,55 metro, avaliou: “Estou maior, estou gigante”. Está e para sempre estará.

    Publicado em VEJA de 9 de agosto de 2024, edição nº 2905

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