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Mundial: Real chega à final com nova confusão de árbitro de vídeo

Campeão europeu bateu o América, do México, por 2 a 0 e enfrentará o Kashima na decisão. Gol de Cristiano Ronaldo foi confirmado com ajuda tecnológica

Por da redação Atualizado em 15 dez 2016, 11h07 - Publicado em 15 dez 2016, 10h42

O Real Madrid garantiu vaga na final do Mundial de Clubes da Fifa ao bater o América, do México, por 2 a 0, na manhã desta quinta-feira, em Yokohama. O jogo teve nova confusão envolvendo o árbitro de vídeo, recurso tecnológico que estreou na competição. O segundo gol, marcado por Cristiano Ronaldo, demorou mais de um minuto para ser validado, até que o juiz tivesse a confirmação de que o atacante português não estava impedido.

Na decisão, a equipe espanhola enfrentará o Kashima Antlers, do Japão, que surpreendeu o Atlético Nacional, da Colômbia, na outra semifinal, em outro jogo em que o árbitro de vídeo causou controvérsia.

O técnico Zinedine Zidane poupou o capitão Sérgio Ramos e o Real Madrid nem precisou fazer tanto esforço diante do campeão da Concacaf. O primeiro gol do jogo foi marcado pelo francês Karim Benzema, após bonito passe do alemão Toni Kroos. Cristiano Ronaldo ainda mandou uma bola na trave na primeira etapa e perdeu outra chance clara, ambas de cabeça, no segundo tempo. 

O atacante português, porém, chegou a seu primeiro gol em Mundial de Clubes em uma jogada confusa, aos 48 minutos do segundo tempo. Cristiano recebeu, em posição legal, de James Rodríguez, e bateu para o gol. O bandeira correu para o meio-campo, validando o lance, mas o árbitro paraguaio Enrique Cáceres parou o jogo, pediu a revisão do lance e, só depois da confirmação do árbitro de vídeo, validou o gol.

A atitude, além de ter deixado os torcedores e jogadores sem entender nada, foi desnecessária, já que o lance havia sido bem marcado desde o início. Só faria sentido parar o jogo, caso o árbitro de vídeo avisasse sobre alguma irregularidade (bola não ultrapassou a linha, mão na bola, impedimento, etc). Mais uma vez, ficou claro que os árbitros não tem o domínio da nova tecnologia. 

 

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