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Mesmo sem fazer projeção, Grêmio quer brigar na ponta de cima

Adicionar tempero às últimas rodadas do Campeonato Brasileiro passa a ser um dos objetivos do Grêmio. A 13posição, com uma equidistante distância de oito pontos para a zona do rebaixamento e para uma vaga à Libertadores, tornam o momento gremista insosso. A vitória sobre o Avaí, no domingo, tira o gosto amargo deixado pelas derrotas para Vasco e Botafogo. Com dois jogos seguidos em casa, a expectativa é de dar sabor a esse momento e de ter chances de pensar em patamares mais altos na tabela.

Apoiado na frieza da matemática, o técnico Celso Roth diz que o título ainda é possível, mesmo que seja muito difícil. Pelo momento, um lugar na próxima Libertadores seria comemorado como um título, disputar a Sul-americana no ano que vem seria um prêmio de consolação e o rebaixamento uma tragédia.

Mesmo que todos projetem uma classificação final nas primeiras posições da tabela, os jogadores evitam falar em números. ‘Temos que pensar em um jogo de cada vez. Temos que entrar em campo com cabeça de que cada jogo é uma final. Ainda temos 39 pontos para disputar, o que dá uma projeção de Libertadores. Vamos pensar um degrau de cada vez e fazer a maior quantidade de pontos possíveis. Se ficarmos fazendo projeção a gente esquece o presente’, opinou o goleiro Victor.

Os dois próximos jogos serão contra Cruzeiro e Santos, no Olímpico. Voltar a engrenar uma série de vitórias é vista como vital para terminar bem posicionado. ‘Temos que almejar uma sequência boa, que nos coloque em uma situação tranqüila e que a gente brigue lá na frente. Desse jeito não vamos cair, mas vamos conseguir no máximo uma vaga na Sul-americana’, analisou o meia Marquinhos.