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Com segurança reforçada, Palmeiras volta à capital e não sofre protestos

O técnico Luiz Felipe Scolari avisou logo depois do empate com o Atlético-GO que, se a torcida protestasse, os jogadores teriam de ouvir calados. Porém, no retorno da delegação alviverde à capital paulista, no início da tarde desta segunda-feira, os jogadores não precisaram da segurança reforçada pelo clube.

Um dos jogadores mais antigos do elenco, o goleiro Deola até se mostrou surpreso com o clima de paz encontrado no aeroporto, sem qualquer tipo de manifestações de torcedores.

‘Lógico que esperávamos que talvez pudesse ter alguma coisa, estamos surpresos. Estou há muito tempo no Palmeiras e também estou passando pelo que eles estão sentindo. Mas não é o momento (de protestos). Está difícil perder pontos da maneira que perdemos, mas temos condições ainda. É a hora de todo mundo estar focado no mesmo objetivo para ter um pouquinho mais de paz’, afirmou.

As ausências no desembarque do Verdão foram os atacantes Kleber, Maikon Leite e Ricardo Bueno. O Gladiador pediu permissão ao clube e retornou antes de Goiânia, ainda na noite de domingo. Já os outros dois permaneceram na capital de Goiás, pois o Verdão está de folga nesta segunda.

Apesar de surpreso com a paz encontrada em Congonhas, Deola valorizou a posição dos torcedores e pediu união para acabar com a crise neste Campeonato Brasileiro.

‘Quanto mais entrosamento e mais pessoas ajudando, o ambiente fica melhor. Todo mundo tem de trabalhar junto, sendo diretoria, torcida e jogador. A partir do momento que está todo mundo do mesmo lado, começa a fluir mais. O simples fato de não ter nada aqui (protestos no aeroporto) já é um grande avanço também’, afirmou.

Na noite de domingo, mesmo depois de o Atlético-GO ter dois jogadores expulsos, o Palmeiras cedeu o empate por 1 a 1, no Serra Dourada. O Verdão volta aos trabalhos na tarde de terça-feira, na Academia de Futebol.