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Black das Blacks: VEJA com preço absurdo

A vitoriosa trajetória de Filipe Luís, que fez história no Rubro-Negro dentro e fora de campo

O treinador importou da Europa um jeito de comandar a equipe: a chamada “cultura do treino”. Deu certo. 

Por Fábio Altman Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 29 nov 2025, 20h46 - Publicado em 29 nov 2025, 20h19

Não é pouca coisa, e parece ter valido a pena, é o que informa o título da Libertadores deste sábado em Lima: Filipe Luís foi o primeiro treinador do Flamengo, desde o “mister” Jorge Jesus, a ficar mais de um ano no complicado cargo. Valeu a pena, é o que se pode dizer, agora. Efetivado em 30 de setembro de 2024, conquistou quatro títulos (a Liberta, o Carioca, a Copa do Brasil e a Supercopa). Tem aproveitamento de inacreditáveis 73% dos pontos disputados.

Ele não ostenta, ainda, a dimensão no Flamengo de Jesus – que instalou o rubro-negro em outro patamar, a partir de 2019, e tampouco o de Abel Ferreira, o derrotado na finalíssima de hoje. Mas fez história, sim – com um detalhe saboroso demais para ser deixado de lado. Filipe Luís foi campeão da Libertadores treinado por Jesus, em 2019. Em 2022, venceria de novo o torneio continental, comandado por Dorival Júnior. Chegou, portanto, ao tri.

Jogava como lateral-esquerdo, sempre aplaudido, e convém, portanto, associar a atual carreira com a de atleta, indício de ser um sujeito vencedor, simples assim.

Vamos lá, aos troféus do gajo: um campeonato catarinense pelo Figueirense; pelo Atlético de Madrid, duas Europe Leagues (2011/2012 e 2017/2018), duas supercopas (2012 e 2018), uma La Liga (2013/2014) e uma Copa do Rei (2012/2013). Pelo Chelsea: uma Premier League (2014/2015) e uma Copa da Liga Inglesa (2014/2015). Pelo Flamengo: duas Libertadores (2019 e 2022), uma Recopa Sul-Americana (2020), dois Brasileirões (2019 e 2020), uma Copa do Brasil (2022), duas Supercopas do Brasil (2020 e 2021) e dois Cariocas (2020 e 2021).

Aos 40 anos, não é técnico daqueles que fazem andar a máquina porque é amigo dos jogadores. Rigoroso, imprimou ao Flamengo tetracampeão da Libertadores um estilo que aprendeu com Simeone, no Atlético de Madrid. A regra seminal: “a cultura do treino”. Por isso, aliás, se indispôs, no início do ano com Pedro. Filipe Luís sabe, por ter visto na Europa, que treino é treino e jogo é jogo, mas treino é jogo também. E, aliás, de modo a só pensar no quer faz, veste-se sempre de preto, “para não ter uma preocupação a mais”.

Filipe Luís dormira em Lima despreocupado. Na quarta-feira, dia 3, muito provavelmente levará o Flamengo ao título do Brasileirão.

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