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Lucro da Caixa cai 15,8% no segundo trimestre

Ganho entre abril e junho foi de 1,6 bilhão de reais; na comparação entre os primeiros semestres de 2015 e 2016, queda foi de 31,4%

Por Da redação
12 ago 2016, 15h25

O lucro líquido da Caixa Econômica Federal caiu 15,8% no segundo trimestre, para 1,6 bilhão de reais, na comparação com o mesmo período de 2015, quando os ganhos somaram 1,93 bilhão de reais. Em relação ao primeiro trimestre deste ano, porém, houve aumento, de 92,1%.

Nos primeiros seis meses de 2016, o lucro do banco totalizou 2,4 bilhões de reais, o que representou queda de 31,4% em relação ao primeiro semestre do ano passado, quando o ganho somou 3,48 bilhões de reais.

“O comparativo trimestral do lucro do segundo trimestre mostra tendência de crescimento em nosso resultado. O foco da Caixa é melhor qualidade de originação, sustentabilidade e eficiência”, comentou Gilberto Occhi, presidente do banco, em coletiva de imprensa nesta sexta-feira.

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Carteira de crédito

A carteira de crédito da Caixa ampliada totalizou 691,6 bilhões de reais ao fim de junho, uma leve alta, de cerca de 1% em relação a março. Em um ano, houve alta de 6,7%. “Teremos mais de 210 bilhões de reais para investir na economia no segundo semestre”, disse Occhi.

Ao fim do semestre, a Caixa tinha 2,1 trilhões de reais em ativos administrados. Os ativos próprios aumentaram 8,4% em doze meses, chegando a 1,2 trilhão de reais. O crédito habitacional fechou o período em 393,7 bilhões de reais, com aumento de 7,2% em doze meses e participação e 66,7% do mercado.

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Inadimplência

O índice de inadimplência da Caixa foi a 3,20% ao final de junho, redução de 0,31 ponto porcentual em relação a março. Em um ano, porém, houve aumento, uma vez que o indicador estava em 2,85%. Segundo  Occhi, os números são significativos e estão dentro dos objetivos traçados pela diretoria, que pretende focar na queda desse indicador, motivo pelo qual criaram uma diretoria específica para tratar do assunto. “Nosso objetivo é a redução do índice na busca da melhoria da carteira de crédito. A partir de junho, constituímos essa diretoria para tratar dos clientes do segmento de habitação e infraestrutura e para estar atento ao comportamento desse mercado e antecipar a gestão desse crédito”.

(Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)

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