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EDP prevê crescimento de um dígito no lucro líquido até 2015

Por Da Redação
23 Maio 2012, 07h32

PORTO, Portugal (Reuters) – A Energias de Portugal informou nesta quarta-feira que prevê que seu lucro líquido crescerá a uma taxa de até 5 por cento entre 2011 e 2015 e que o Ebitda aumente à média anual composta de 5 por cento, apoiado no crescimento de nova capacidade hídrica e eólica.

A expectativa da companhia, segundo novo plano de negócios, é aumentar a capacidade instalada a 26,4 gigawatts (GW) em 2015 contra 23,2 GW em 2011, com os investimentos em tecnologias limpas -eólica e hídrica- representando 73 por cento da capacidade daqui a quatro anos, ante 63 por cento no ano passado.

A companhia explicou que, para além da forte exposição a eólicas e hídricas, haverá uma “significativa exposição ao Brasil”.

“(Queremos) uma maior exposição a países de fora da Ibéria com um perfil de baixo risco”, acrescentou a EDP, que vê mais de 60 por cento do Ebitda sendo gerado fora de Portugal.

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A companhia informou que até 2015 prevê que a Energias do Brasil, controlada em 51 por cento pela EDP, invista 700 milhões de reais por ano.

No novo plano de negócios divulgado pela companhia, o maior grupo industrial de Portugal afirmou que, entre 2012 e 2015, vai distribuir um dividendo anual equivalente a entre 55 e 65 por cento do seu resultado líquido recorrente, tendo como piso 0,185 euro relativo a 2011.

Dentro de 4 anos, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) deverá situar-se entre 4,5 bilhões e 4,7 bilhões de euros.

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Em 2011, o lucro líquido consolidado da EDP subiu 7,9 por cento para 1,332 bilhão de euros, tendo o Ebitda do grupo EDP aumentado 4 por cento, para 3,756 bilhões de euros.

“(Haverá) a manutenção do perfil operacional diversificado e de baixo risco. Há resiliência do negócio, apesar do difícil ambiente macroeconômico e regulatório na Ibéria”, afirmou a empresa.

A EDP, que tem como maior acionista e parceira a China Three Gorges (CTG), após ter feito um investimento operacional de 2,2 bilhões de euros em 2011, prevê um investimento médio de 2,1 bilhões de euros por ano até 2015, estimando fazer desinvestimentos financeiros da ordem dos 100 milhões de euros anualmente.

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