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‘Minha Mãe É Uma Peça 2’ é ótimo… para um domingo inútil

Paulo Gustavo percorre uma sequência de esquetes bobas, em uma mistura de 'Zorra Total' com memes do grupo da família no WhatsApp

Por Rafael Aloi
22 dez 2016, 10h06

Sabe aquela morosidade intelectual causada pelo almoço de domingo? Quem quiser pular a “inovadora” programação da Globo para o período de descanso e atenção dispersa pode ir ao cinema assistir Minha Mãe É Uma Peça 2, que estreia nesta quinta-feira — ou esperar o fatídico dia em que a produção entrará para a grade da televisão, e economizar muitos reais do ingresso. 

Na comédia, Paulo Gustavo volta ao papel de Dona Hermínia, que ele interpretou no primeiro filme de 2013 e na peça de teatro que criou em 2006. A trama traz a protagonista com uma vida mais próspera que do longa anterior, quando ela ganhou, no final, um programa na televisão para falar o que pensa sobre as dificuldades de ser mãe.

Desta vez, o maior desafio da personagem é permitir que seus tão amados filhos Juliano (Rodrigo Pandolfo) e Marcelina (Mariana Xavier) saiam de casa e se mudem de Niterói para São Paulo. A linha da síndrome do ninho vazio é seguida aleatoriamente, já que, na verdade, mal existe no filme um roteiro. Dona Hermínia apenas percorre uma sequência de esquetes que parece uma mistura do Zorra Total com memes do grupo da família no WhatsApp.

O longa pode ser dividido em vários curtas. Pouca diferença faria se as cenas fossem assistidas separadamente no YouTube. São situações cômicas do cotidiano, como o exame que obriga o paciente a andar com um aparelho que mede a pressão por 24h; a eterna saga de descobrir onde foi parar a tampa de um tupperware emprestado; ou uma mãe tentando se enturmar em uma balada com os filhos. Há também sequências sem sentido, como a que Dona Hermínia encontra Fátima Bernardes nos bastidores da gravação do seu programa.

Com uma história sem história, Minha Mãe É Uma Peça 2 se apoia na interpretação de Paulo Gustavo. Graças há anos de experiência no papel, o comediante consegue dar vida ao estereótipo da mãe que qualquer filho, em algum momento, pode se identificar e rir lembrando de como sua matriarca é tão previsível como a da tela.

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