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A última música que Jards Macalé cantou no hospital

Nota oficial compartilhada nas redes do músico carioca detalha os últimos momentos que passou ao lado de entes queridos

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 nov 2025, 18h44 • Atualizado em 17 nov 2025, 18h44
  • O músico Jards Macalé, um dos principais nomes por trás do movimento Tropicália, morreu nesta segunda-feira, 17, no Rio de Janeiro, aos 82 anos. O artista estava internado em um hospital para tratar um enfisema pulmonar quando sofreu uma parada cardíaca. Nas redes sociais, a equipe do cantor lamentou a morte e celebrou sua vida, revelando assim a última música que cantou: “Jards Macalé nos deixou hoje. Chegou a acordar de uma cirurgia cantando Meu Nome é Gal [composta por Roberto e Erasmo Carlos para Gal Costa], com toda a energia e bom humor que sempre teve. Cante, cante, cante. É assim que sempre lembraremos do nosso mestre, professor e farol de liberdade. Agradecemos, desde já, o carinho, o amor e a admiração de todos. Em breve informaremos detalhes sobre o funeral.”

    Nascido Jards Anet da Silva, em 3 de março de 1943, no Rio de Janeiro, Jards Macalé se estabeleceu como um dos nomes mais singulares e versáteis da música brasileira. Foi cantor, compositor, violonista, arranjador e ator. Cresceu na Tijuca, circulando entre ambientes musicais variados. Flertou com o clássico, o jazz, o samba e a MPB. Nos anos 1960 trabalhou ao lado de nomes como Torquato Neto, Gilberto Gil, Caetano Veloso, entre outros, no movimento que deu origem à futura Tropicália.

    Macalé, contudo, gostava de se definir como alguém sem definição. Era o “anti-tudo”, passando por vários círculos sem se apegar a um só. Tornou-se então um gênio inclassificável da música nacional. Continuou fazendo shows até outubro. Ainda em 2025, protagonizou o documentário Macaléia, de Rejane Zilles, e lançou uma nova edição em vinil do compacto Só Morto (Burning Night), originalmente lançado em 1970. Seu disco mais recente é Mascarada (2024).

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