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Yakecan: tempestade tropical pode agravar situação no sul do Brasil

Rajadas de vento superiores a 110 km/h são esperadas em algumas regiões; Defesa Civil do RS divulgou medidas de precaução para cidades litorâneas

Por André Sollitto Atualizado em 17 Maio 2022, 16h57 - Publicado em 17 Maio 2022, 16h39

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que a situação do clima na Região Sul do Brasil pode se agravar caso haja a evolução do ciclone subtropical que se formou ontem (16) à noite, em uma tempestade subtropical chamada Yakecan, nome que em tupi-guarani significa “som do céu”. Até a noite de quarta-feira (18), o fenômeno pode subir de classificação e provocar rajadas de vento superiores a 110 km/h, além do frio extremo.

A defesa civil do Rio Grande do Sul publicou algumas recomendações à população. Quem mora na região litorânea deve evitar estar na rua durante o vendaval e não deve permanecer debaixo de árvores ou postes, já que há risco de queda. Fechas e janelas devem permanecer fechadas e aparelhos elétricos precisam ser desligados. Se possível, veículos não devem estacionar em locais próximos a torres de transmissão e placas de segurança.

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, afirmou que as aulas da rede municipal estão suspensas nos turnos da tarde e noite desta terça-feira (17) por conta da previsão de ciclone e tempestade. Ao meio-dia, as rajadas de vento no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, atingiam 72 km/h. Em outras regiões da cidade árvores caíram por conta da ventania. O Ginásio Tesourinha será preparado para receber a população em situação de rua.

Segundo o Inmet, a onda de frio continuará atuando no Centro-sul do Brasil nos próximos dias. Nesta madrugada houve formação de geada em grande parte do Paraná, incluindo a capital Curitiba e a região metropolitana, além do sul do Mato Grosso do Sul e de São Paulo.

Para amanhã, permanece previsão de ventos fortes no leste e litoral gaúcho, e litoral sul de Santa Catarina com rajadas acima de 110 km/h. “No final do dia os ventos tendem a diminuir de intensidade”, completou o Inmet.

Com informações da Agência Brasil

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