Sister Hong: entenda em 5 pontos o escândalo sexual que choca a web
Homem enganava parceiros online e registrava os encontros; vídeos vazaram e provocaram reação em massa nas redes

O caso “Sister Hong” se tornou um dos tópicos mais comentados nas redes sociais nesta sexta-feira, 18. O nome, que começou a circular no TikTok e no X (antigo Twitter), rende discussões e repercute no mundo todo. Mas o que ele significa? Saiba mais sobre o caso em cinco pontos:
1. Quem é “Sister Hong”
Apesar do nome feminino, “Sister Hong” é o apelido usado por um influenciador chinês que se apresentava como mulher nas redes sociais. Ele utilizava filtros de voz e aparência para simular uma identidade feminina em aplicativos de relacionamento e plataformas de vídeo.
2. O que aconteceu
O influenciador atraía homens para encontros íntimos sem revelar sua verdadeira identidade. Durante essas interações, ele gravava os momentos sem o consentimento dos envolvidos. Parte desses vídeos foi vazada em plataformas como Telegram e Reddit, ganhando enorme repercussão global.
Sister hong is actually kinda iconic if you think about it pic.twitter.com/eL1XGCbxBJ
— laracr.oft (@larachoped) July 14, 2025
3. A polêmica nas redes sociais
O caso viralizou rapidamente nesta sexta-feira, 18, provocando indignação entre usuários do TikTok, X e fóruns como o Reddit. Muitos exigem que o responsável seja processado por violação de privacidade e uso indevido de imagem. As hashtags relacionadas ao escândalo estão entre os assuntos mais comentados.
4. Debate sobre privacidade e identidade digital
A exposição de vídeos íntimos sem consentimento reacendeu discussões sobre os limites da atuação nas redes sociais. O uso de tecnologias como deepfakes, filtros e manipulações visuais dificultam a verificação de identidade e levantam questões sobre consentimento e segurança digital.
5. O que pode acontecer agora
Embora a identidade real do influenciador esteja em apuração, cresce a pressão pública por responsabilização legal. O episódio pode gerar novas discussões sobre leis de proteção à privacidade digital e reforçar a urgência de medidas contra o vazamento de conteúdo íntimo sem autorização.