‘Era Uma Vez Um Gênio’: a fábula de solidão do diretor de ‘Mad Max’
Filme com Tilda Swinton acompanha saga de gênio para convencer acadêmica a libertá-lo da prisão que habita há 3 000 anos
Era Uma Vez Um Gênio (Three Thousand Years of Longing, Estados Unidos/Austrália, 2022. Em cartaz) Alithea (Tilda Swinton) é uma acadêmica especializada em narrativas e mitologia. Quando encontra uma relíquia no Grande Bazar de Istambul que acaba liberando um Gênio (Idris Elba) disposto a lhe conceder três desejos, não é à toa que age com desconfiança. O Gênio anseia pela liberdade após 3 000 anos trancafiado — e, para convencer Alithea, rememora seu passado milenar marcado por amores e perdas, em flashbacks históricos deslumbrantes. Com ritmo delirante e muitos efeitos especiais, o diretor George Miller (de Mad Max) concebe uma fábula envolvente sobre o desejo e a melancolia de dois seres solitários.
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