Quem é o professor da UFRJ que atacou a família de Roberto Justus
Universidade emite nota de repúdio
Diante da repercussão negativa da publicação do professor Marcos Dantas Loureiro sobre a família de Roberto Justus, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) publicou nas redes sociais um comunicado a respeito da polêmica envolvendo o docente da Escola de Comunicação (ECO-UFRJ). A instituição esclarece que ele é aposentado e nada tem a ver com seus pensamentos pessoais. Diz o comunicado na íntegra:
“O professor Marcos Dantas Loureiro é docente aposentado pela UFRJ desde o ano de 2022. As postagens publicadas pelo mesmo em suas redes sociais digitais expressam suas opiniões pessoais. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Escola de Comunicação da UFRJ (ECO) repudiam qualquer tipo de expressão de pensamento que incite à violência ou agrida a terceiros. A UFRJ é uma instituição historicamente comprometida com a construção de um projeto de Nação, através do Conhecimento e da Ciência; baseia-se na defesa dos valores humanistas, na educação, na democracia e no diálogo em prol do Brasil.”
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O termo “guilhotina”, ao qual se referiu Marcos, faz alusão à máquina de execução usada durante o período de Terror da Revolução Francesa, entre 1793 e 1794, para cortar cabeças. Ele também se apresenta no X como “Líder do ComMarx-Grupo Marxiano de Pesquisa em Informação, Comunicação e Cultura”, baseado na obra do socialista alemão Karl Marx (1818-1883).
Marcos participou do governo Lula, no primeiro mandato do presidente. Segundo seu currículo disponível na internet, “exerceu os cargos de Secretário de Educação a Distância do MEC (2004-2005), Secretário de Planejamento e Orçamento do Ministério das Comunicações (2003) e integrou o Conselho Consultivo da ANATEL, entre outras funções públicas”.
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