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Marin, o ex-presidente da CBF: da cadeia em Nova York para o Gero em SP

O ex-dirigente de 88 anos retornou para a cidade em abril, após a Justiça dos EUA liberá-lo da prisão em função do risco de contaminação pela Covid-19

Por João Batista Jr. e Edoardo Ghirotto
13 ago 2020, 15h10 • Atualizado em 13 ago 2020, 15h32
  • O ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) José Maria Marin está aproveitando a liberdade que a Justiça dos Estados Unidos lhe concedeu em abril deste ano. Marin foi visto nesta quinta-feira, 13, almoçando no Gero, um restaurante de alto padrão da rede Fasano e que está localizado nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Ele ficou por duas horas no local, que acabou de retomar o atendimento no salão após passar por uma reforma e pela flexibilização das medidas contra a Covid-19.

    Marin ganhou o direito à liberdade por conta da idade avançada e do risco de ser contaminado pelo novo coronavírus na prisão de Nova York em que cumpria pena de quatro anos por integrar organização criminosa, cometer fraude bancária e lavar dinheiro. O ex-dirigente, de 88 anos, foi preso em 2015 em um hotel na Suíça e acabou extraditado para os Estados Unidos, onde respondeu pelos crimes imputados a ele no escândalo de corrupção na Fifa, conhecido como “Fifagate”. A condenação havia sido anunciada em 2017.

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    Ex-governador de São Paulo, Marin retornou para o Brasil no dia 5 de abril. Na decisão que lhe garantiu a soltura, a juíza Pamela Chen citou a “saúde significativamente deteriorada” do ex-dirigente e o “risco elevado de graves conseqüências para a saúde devido ao atual surto de Covid-19”. Em São Paulo, onde Marin se sentiu seguro para ir almoçar, a pandemia infectou 224.140 pessoas, com registros de mais de 10 mil mortes, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde.

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