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Thomas Traumann

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Thomas Traumann é jornalista e consultor de risco político. Foi ministro de Comunicação Social e autor dos livros 'O Pior Emprego do Mundo' (sobre ministros da Fazenda) e 'Biografia do Abismo' (sobre polarização política, em parceria com Felipe Nunes)

Cinco fatores que podem decidir a campanha

Debates, Auxilio Brasil, abstenção, apoios e votação em São Paulo decidem o destino da eleição

Por Thomas Traumann Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 out 2022, 16h17 •
  • Faltando 19 dias para o segundo turno, os dois candidatos têm poucos instrumentos para mudar o curso da campanha. Mesmo se somarmos os votos dos entrevistados indecisos com os que dizem querer marcar nulo ou branco, a disputa é por um naco que vai de 5 a 11 pontos percentuais _ uma vez que dificilmente quem diz que vai votar em Lula ou Bolsonaro esteja pronto para trocar de lado.

    Então, o que pode decidir a eleição?

    Os dois debates – O primeiro será na Band, no domingo (16). O último na Globo, no dia 27. Lula pior que Bolsonaro nos debates no primeiro turno. As propagandas de TV terão pouca influência nesta reta final

    Uso da máquina – O governo antecipou o pagamento da terceira parcela do Auxílio Brasil para esta terça-feira (11) e ampliou o benefício para novas 500 mil famílias. Também começou a pagar a nova parcela do vale-gás e vai distribuir dinheiro para mais de 1 milhão de taxistas e caminhoneiros.

    O peso dos apoios – O governador de Minas, Romeu Zema, vai trabalhar por Bolsonaro? A campanha Lula vai saber usar o apoio de Simone Tebet? No Rio, Lula ganhou um apoio que só quem conhece a Baixada Fluminense sabe como é importante, o do prefeito de Belford Roxo, Waguinho, do União Brasil.

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    Abstenção – 30 milhões deixaram de votar no primeiro turno, quase a metade no Sudeste. Historicamente a abstenção cresce no segundo turno entre 1 e 2 pontos percentuais. Projeção da pesquisa Quaest/Genial mostrou 45% dos que não votaram simpatizavam com Lula e 28% com Bolsonaro.

    São Paulo – Fernando Haddad perdeu o ritmo no segundo turno, mas a falta de reação da campanha pode afetar a votação de Lula no Estado de São Paulo. Bolsonaro precisa de uma vitória convincente em São Paulo para compensar a derrota no Nordeste.

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