A matéria de capa desta semana joga luzes numa questão fundamental da vida pública brasileira: a impunidade. Infelizmente, no país, o crime compensa, sim, senhores! O mensalão acaba de completar o segundo aniversário. Seus protagonistas estão por aí, todos pimpões. Alguns até mais poderosos: sem o peso dos cargos de antes, transitam da esfera pública para os interesses privados e destes para aquela com notável desenvoltura. Reportagem de Marcelo Carneiro na VEJA desta semana busca entender por que as coisas se dão dessa maneira, faz um diagnóstico da crise ética e identifica os nós do Judiciário que tornam tão fácil a vida de um corrupto no país. Um dos aspectos do problema é assim relatado pela revista: “
A lógica da impunidade, no Brasil, independe da natureza do crime em questão. Tanto nos delitos de corrupção quanto nos chamados crimes do colarinho-branco e ainda nos que implicam violência contra a pessoa, como o homicídio, ela segue o mesmo roteiro: começa com a precariedade da investigação policial e continua na fase processual – quando entram em cena advogados contratados a peso de ouro não para atestar a inocência dos clientes, mas para protelar a todo custo seu julgamento”. Saiba também como vivem alguns das estrelas dos grandes escândalos havidos no país.
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