VEJA 6 – Nazismo: a banalidade do mal em imagens
Trecho da reportagem de Vanessa Vieira: “O campo de extermínio de Auschwitz, que funcionou na Polônia até os últimos dias da II Guerra, passou para a história como palco das piores atrocidades perpetradas pelos nazistas. Em suas câmaras de gás, nas quais as pessoas eram comprimidas a ponto de não conseguirem mexer os braços, foram […]
“O campo de extermínio de Auschwitz, que funcionou na Polônia até os últimos dias da II Guerra, passou para a história como palco das piores atrocidades perpetradas pelos nazistas. Em suas câmaras de gás, nas quais as pessoas eram comprimidas a ponto de não conseguirem mexer os braços, foram assassinados mais de 1,5 milhão de judeus, além de deficientes físicos, homossexuais, ciganos e quem quer que o III Reich considerasse indigno de viver. Uma série de fotografias inéditas divulgadas na semana passada pelo Museu do Holocausto, em Washington, mostra o campo de Auschwitz sob outro ângulo, o dos oficiais do Exército alemão, guardas e funcionários que trabalhavam no local, um contingente de aproximadamente 4.000 pessoas. As 116 fotos, descobertas casualmente na época da guerra por um oficial americano e guardadas em sua gaveta desde então, revelam a rotina alegre e despreocupada mantida pelos alemães em Auschwitz – paralelamente ao martírio dos prisioneiros.”
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