Terá Alckmin acordado para a realidade?
Não sei se Alckmin “começou a bater mais”. Sei que bateu nesta quarta. Chamou o governo Lula de “um desastre na questão ética”. Lembrou que a corrupção não é um fato isolado, que comprometeu as instituições, que se tratou de um poder comprando outro poder. Muito bem. Está tudo certo. O discurso para jornal impresso […]
Continua após publicidade
Não sei se Alckmin “começou a bater mais”. Sei que bateu nesta quarta. Chamou o governo Lula de “um desastre na questão ética”. Lembrou que a corrupção não é um fato isolado, que comprometeu as instituições, que se tratou de um poder comprando outro poder. Muito bem. Está tudo certo. O discurso para jornal impresso está feito. Eu quero saber é se isso vai parar na televisão. E, quando digo “isso”, refiro-me a este conteúdo em linguagem televisiva, que o Valdsnei Uoshinton e a Gisleine Etéfani consigam entender. Ou não adianta nada. O Valdsnei Uoshinton e a Gisleine Etéfani entenderão um locutor lendo aquela transcrição de uma conversa de membros do PCC mandando descarregar votos no PT. Isso prova que o PT está ligado ao PCC? Não. Prova só que o partido do crime tem suas preferências e decidiu liquidar a candidatura de Alckmin com os ataques a São Paulo. Foi o que o fez descer do patamar de 30% para o de 20%. Ah, mas eles continuarão beneficiários ou do Bolsa Miséria ou da melhoria do poder de compra dos salários mais baixos. E daí? Pobre também tem vergonha na cara. Levem ao ar a fala de um certo ator aí que esteve com Lula e disse que governar é meter a mão na merda. Em suma: nada a perder senão a eleição. A vergonha já foi perdida. E não foi Alckmin quem a perdeu, santo Deus! A mudança de tom se deu depois da conversa do tucano com o pefelista César Maia.
Publicidade








