Tarso, Opus Dei, Foro de SP e delinqüência
Eu estou cansado da flacidez política de parte do tucanato. É isso aí. O candidato tucano Geraldo Alckmin disse hoje de manhã, em encontro da OAB, que a eventual eleição de Lula precipita a disputa de 2010. Faz sentido. Se é que a sucessão não chega antes — caso se cumpra a lei. Foi o […]
Mas cadê o devido contra-ataque? Não vem. O Opus Dei, que eu saiba, é uma prelazia papal, que conta com a aceitação e a bênção de Bento 16. E Tarso? E o PT? É falso que o tucano pertença ao Opus Dei, mas é verdade que o PT integra o Foro de São Paulo, que a grande mídia faz questão de ignorar e de considerar uma fantasia, embora o site no PT, não. Ao contrário: havia lá, dia desses, um texto dizendo que o Foro é uma frente de combate ao neoliberalismo.
O Opus Dei, ao qual Alckmin não pertence, não mata ninguém. As Farsc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), que integra o Foro, ao qual o PT pertence (e de que Lula é fundador), dedica-se ao narcoterrorismo e responde pela morte de milhares de pessoas. Fernandinho Beira-Mar, que teve de ficar preso em São Paulo porque Márcio Thomaz Bastos não tinha onde colocá-lo, fazia negócio com esses patriotas. Tarso tenta pespegar no tucano a pecha de golpista. Golpista, então, é Tarso, que, segundo percebo, está dizendo que não aceitará o veredicto da lei se ela for contrária a Lula. A referência ao Opus Dei, associando a prelazia e o candidato tucano ao golpismo é só um ato de delinqüência política. Mais um.
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