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Reinaldo Azevedo

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Tarifa de fundos “cresce” com juro menor

Por Toni Sciarretta e Fabrício Vieira, na Folha:A redução nas taxas de juros, que levará a mudanças nas regras da poupança, também provocará uma transformação profunda na indústria de fundos de investimento, um negócio que gerenciava um patrimônio de R$ 1,094 trilhão e arrecadou cerca de R$ 17 bilhões em taxas de administração em 2008. […]

Por Reinaldo Azevedo 11 Maio 2009, 05h41 • Atualizado em 5 jun 2024, 18h34
  • Por Toni Sciarretta e Fabrício Vieira, na Folha:
    A redução nas taxas de juros, que levará a mudanças nas regras da poupança, também provocará uma transformação profunda na indústria de fundos de investimento, um negócio que gerenciava um patrimônio de R$ 1,094 trilhão e arrecadou cerca de R$ 17 bilhões em taxas de administração em 2008. Essa indústria já ganhou até mais com taxas, como os R$ 21 bilhões em 2006, época em que o patrimônio do setor estava em R$ 910 bilhões.
    Para sobreviver, segundo especialistas, os fundos terão de se reinventar: cortar custos, padronizar produtos, ganhar eficiência, agregar rentabilidade ao cotista e reduzir taxas de administração para os produtos mais simples, como os fundos DI e de renda fixa, que estão entre os mais populares do país.
    Ao longo dos últimos anos, porém, a redução gradual da Selic (que encerrou 2008 em 13,75% ao ano, após chegar a 19,75% em 2005) não bastou para derrubar as taxas que as instituições financeiras cobram dos investidores. Na média, o que se viu foi até o inverso: as taxas cobradas em 2008 bateram as praticadas em outros anos da década.
    Estudo do Centro de Finanças da FGV mostra que a taxa média praticada nos fundos de varejo ficou em 2,03% no ano passado, perdendo na década apenas para as cobradas no ano de 2006, quando atingiram 2,71%. Em 2000, por exemplo, ficaram em 1,90%.
    “As taxas não têm caído nos últimos anos. Apenas se os bancos começarem a perceber que o negócio está em risco é que as taxas vão começar a cair. Enquanto tivermos investidores que não reclamem, nada muda”, diz William Eid Júnior, coordenador do centro da FGV.
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