Sem medo do ridículo
Ninguém, nem lá nas páginas do JEG (Jornalismo da Esgotosfera Governista), defende os mensaleiros com a fúria e a energia dedicada do colunista Janio de Freitas, da Folha. Nesta terça, ele escreve uma coluna em que sustenta que o STF, vejam vocês!, não é imune à política. Huuummm… E resolveu citar o nome de três […]
Ninguém, nem lá nas páginas do JEG (Jornalismo da Esgotosfera Governista), defende os mensaleiros com a fúria e a energia dedicada do colunista Janio de Freitas, da Folha. Nesta terça, ele escreve uma coluna em que sustenta que o STF, vejam vocês!, não é imune à política. Huuummm… E resolveu citar o nome de três ministros que, a gente entende, não exibiriam a necessária isenção: Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Joaquim Barbosa. Não por acaso, os três recusaram os embargos infringentes.
Vocês entenderam direito.
Janio de Freitas acha Ricardo Lewandowski isento.
Janio de Freitas acha Dias Toffoli isento.
Janio de Freitas acha Roberto Barroso isento.
Janio de Freitas deve ter achado Barroso isento até mesmo quando este cantou as glórias de José Genoino, um dos condenados.
Parafraseando Mendes, Janio de Freitas não pediu a Deus que o livrasse do ridículo. Ah, sim: ele escreve num dos jornais da chamada (pelos petistas) “mídia golpista”…
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