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Reinaldo Azevedo

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PT esteve sempre certo sobre Newtão, e Newtão, sempre certo sobre o PT. Eles se merecem

O Globo faz uma pequena memória das relações entre Newton Cardoso e o PT, em texto que segue em itálico. O que tenho a dizer sobre isso? Acho que Newton estava certo sobre o PT, e o PT estava certo sobre Newton. Logo, eles só poderiam estar juntos. Ninguém mudou. “O pragmatismo que orienta as […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 23h21 - Publicado em 7 ago 2006, 03h14
O Globo faz uma pequena memória das relações entre Newton Cardoso e o PT, em texto que segue em itálico. O que tenho a dizer sobre isso? Acho que Newton estava certo sobre o PT, e o PT estava certo sobre Newton. Logo, eles só poderiam estar juntos. Ninguém mudou. “O pragmatismo que orienta as alianças eleitorais do presidente Lula hoje seria impensável para o PT há alguns anos. Em Minas Gerais, o partido do presidente era adversário do ex-governador Newton Cardoso (1987- 1991), do PMDB, hoje candidato a senador, companheiro de chapa do petista Nilmário Miranda, que disputa o governo mineiro. Em 1989, Nilmário, então deputado estadual, encaminhou pedido de impeachment de Cardoso. Na ocasião, Nilmário disse que o PT não faria acordo com a corrupção. Em 1998, foi a vez de “Newtão” revidar. Como vice na chapa de Itamar Franco ao governo mineiro, rejeitou uma aliança com o PT: “Eu não concordo em subir no palanque do Lula. Só aceitaria uma aliança somente se o PT me pedir desculpa formal. Ainda assim, não subiria em palanque”. Conhecido como “trator”, Newtão foi três vezes prefeito de Contagem, além de deputado federal e governador. No governo, suas contas foram rejeitadas. Enfrentou três pedidos de impeachment, ações por enriquecimento ilícito, grilagem de terras, uso indevido da máquina administrativa, fraude num projeto habitacional e causas trabalhistas contra o estado. Em 1992, foi denunciado por peculato, por ter comprado jóias para as secretárias quando era prefeito de Contagem pela segunda vez, entre 1983 e 1985.

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