Para oposição, fala de Fortes é prova acintosa de uso eleitoral do PAC
Por Ranier Bragon, na Folha:A reunião em que o ministro Márcio Fortes (Cidades) discutiu com congressistas do PP formas de capitalizar eleitoralmente com as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) fez o DEM anunciar ingresso de medidas na Justiça Eleitoral e na Procuradoria Geral da República.Os partidos de oposição classificaram as intenções reveladas […]
A reunião em que o ministro Márcio Fortes (Cidades) discutiu com congressistas do PP formas de capitalizar eleitoralmente com as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) fez o DEM anunciar ingresso de medidas na Justiça Eleitoral e na Procuradoria Geral da República.
Os partidos de oposição classificaram as intenções reveladas na reunião como “acintosas” e como prova do uso eleitoral da máquina pública.
Governistas negaram que o PAC seja usado com fins eleitorais. O ministro disse à Folha que as obras podem até ter efeito contrário (tirar mais votos do que dar) e que elas atendem a todos os partidos.
“O grande mérito do PAC foi fazer com que tecnicamente prefeitos e governadores da região metropolitana se falassem, para poder sair o negócio integrado. Nesse rolo tem prefeito de tudo quanto é partido.”
E emendou: “Se alguém vai faturar o PAC, vamos lá: em São Paulo, o PAC tem aproximadamente R$ 7,75 bilhões. Para o Estado [governado pelo PSDB] e a Prefeitura de São Paulo [gerida pelo DEM], você tem mais de R$ 4,5 bilhões, então esse PAC é do PSDB, não?”
A reunião de Fortes com o PP, seu partido, ocorreu anteontem e foi relatada ontem na Folha, que acompanhou grande parte do encontro.
Nele, o ministro recebeu forte apelo dos deputados para que promovesse solenidades de obras do PAC nos Estados com o objetivo de que elas fossem “capitalizadas” e “rotuladas” como sendo do PP.
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